CONVIVÊNCIA DEMOCRÁTICA – MÓDULO III


CONVIVÊNCIA DEMOCRÁTICA – MÓDULO III

Vídeo Extra

            Este vídeo mostra a diversidade de culturas, a miscigenação e a convivência com as diferenças.

A forma que as professoras trabalham e a vivência cotidiana na escola.

Mostram que trabalhar as diferenças e dar oportunidade a seus colegas de compartilharem sua cultura.

Vídeo-aula 3

A globalização e o impacto sobre as culturas

A aula apresenta  o que é um mundo Globalizado, o que é Globalização e seus efeitos.

Hoje em dia há necessidade de consumismo, formas de se vestir, alimentação incorporação de objetos eletrônicos ao corpo.

Este consumismo forma um indivíduo sujeito a ser um ser humanos que não possui vontade  própria e sim uma robô, guiado pelo consumo.

Devemos educar para que nossos alunos sejam protagonistas, saibam escolher o quê dever ser consumido, a serem críticos e viver a felicidadania, a felicidade juntamente com a cidadania, pois, a partir que souberem fazer a ligação entre viver a cidadania, serem respeitados e respeitarem viverão a cidadania com felicidade, assim sendo, viverão a felicidadania, sendo protagonistas de um mundo melhor.

Vídeo-aula 4

Os Estudos Culturais e a convivência democrática

                A diversidade cultural contribui para a formação de sujeitos críticos respeitando e sendo respeitado, particularmente, a escola abre as portas para as diferenças e diferentes culturas, sendo ela a responsável pela a transmissão dessas culturas, reforçando a idéia, de que a educação não pode ignorar as questões da relação entre cultura, estado, mercado e sociedade civil.

Hoje, a sociedade obriga nossos alunos a conviverem com a diversidade.

Em minhas experiências, posso relatar uma aluna que veio do Nordeste.

Sua, forma de falar, agir, comer e se dirigir a outras pessoas no começo era para os outros alunos uma forma diferente, que em determinado momento, já estava sendo vista por mim como bulliyng.

Em um determinado momento, mostrei aos alunos que essa diferença poderia ser uma forma de aprender uma nova cultura.

“ A VERDADEIRA ESCOLA É AQUELA QUE TRABALHA COM A DIVERSIDADE , APRENDE E ENSINA COM ELA” .

Vídeo-aula 7

Identidade e diferença na perspectiva dos Estudos Culturais


Concepções de identidade
1) Sujeito do Iluminismo: sujeito  que nasce com uma identidade e pouco se desenvolve na vida

2) Sujeito Sociológico: sujeito que sofre influências do mundo externo, estabelecendo identidades de acordo com a cultura que está inserido.

3) Sujeito pós-moderno: o sujeito pós-moderno é composto de várias identidades – de classe, gênero, etnia, religião.

Construção da identidade

A identidade do sujeito é construída de forma social.

Dever ser trabalhado nas escolas a construção de uma identidade, e não cópia de um mundo e obedecer as tendências ditadas como regras.

Identidade da diferença

Os princípios que norteiam a inclusão é uma forma de aceitar e construir cidadãos que aceitem as diferenças.

A sociedade quando quer mudança, saem nas ruas para que hajam mudanças e sabemos que uma mudança se dá através de uma sociedade que luta pleos seus direitos .

Lutar pelos direitos de igualdade entre homem/mulher, justiça/injustiça,inclusão/exclusão.

Quando  realmente existe a inclusão, a diferença é diminuída, assim , o cidadão constrói sua identidade na diferença.

Vídeo-aula 8

A característica multicultural da sociedade contemporânea e suas consequências para a convivência democrática

            O século XXI trouxe mudanças econômicas e políticas, que foram significativas para o mundo contemporâneo.

A diversidade de “textos” culturais têm por objetivo estabelecer políticas de identidade nos sujeitos.

Em sala de aula, revistas, filmes, livros didáticos e aulas práticas exercem grande influência sobre o comportamento de nossos alunos.

Vídeo-aula 11

Políticas culturais, multiculturalismo e currículo

 POLÍTICAS CULTURAIS

Segundo Ana Pereira, podemos defini-las:

– segregacionistas: são as políticas que posicionam as pessoas segundo suas características em determinados lugares.

assimilacionistas: são os grupos que agem corretamente ou ditam as regras que os outros devem seguir. Ex: nas escolas,quando alguns alunos não seguem as regras, são punidos ou tachados como indisciplinados.

– integracionistas: são os que incluem, suas ações são para inclusão, e precisam de atingirem uma maior proporção de grupos.

MULTICULTURALISMO

– conservador ou monocultural: um grupo apresenta suas idéias como as corretas, vão ensinando suas idéias fazendo com que um novo grupo esqueça suas idéias e aceite as novas.

– liberal: os que prevalecerão, serão aqueles que vencem as lutas.

– pluralista: aceitar as diferenças e vivencia – lãs, porém não leva reflexão e discussão, apenas cria espaços para todos.

– essencialista de esquerda:  podemos exemplificar em uma escola, quando uma professora sai de sala de aula e vai para a direção se tornando uma pessoa opressora, muitas vezes, ela oprime, muda seu comportamento com suas colegas de trabalho, porém , para continuar em seu cargo, oprime suas amigas

– crítica ou intercultural: valoriza as diferenças , fazendo articulações entre as culturas, histórias e vivências. Como exemplo, trabalhar o Dia do Índio, refletindo o índio ontem e o índio hoje.

CURRÍCULO

– currículos conservadores: mantém as sociedades como elas são.Exemplo: pedagogia tradicional; cartilha.

– currículos assimilacionistas: convencer que existe uma única forma de ser.

– currículos interculturais ou críticos:  trabalham com a diversidade cultural, valorizando as diferentes culturas que fazem parte da comunidade escolar.

Vídeo-aula 12

Multiculturalismo: encaminhamentos pedagógicos

            A melhor maneira de se trabalhar o multiculturalismo na escola é através de projetos de forma que os alunos sejam protagonistas de seus aprendizados.
A metodologia deve ser diversificada, utilizando diversos recursos midiáticos. A escola deve oportunizar os diferentes saberes e cultura , com a diversas formas de mundo,
Um importante aliado pedagógico é o registro, tanto de alunos como de professores, dever ter seus registros, para possam verificar o andamento de seu, para os professores uma forma de melhorar sua prática pedagógica.

Em meu projeto “Protagonistas do Futuro”, os alunos possuem um caderno só para este projeto, e nas avaliações, faço uma tabulação,marcando as questões que os alunos menos acertaram, assim, após verificar esta tabulação, volto ao conteúdo, de forma diferenciada da primeira vez.

Vídeo-aula 15

Produção da identidade/diferença: culturas juvenis e tecnocultura

            O conceito de juventude esta ligada a cultura de grupo, que resulta da condição sócio-econômica em que vive e de discursos veiculados pela mídia, influenciando na formação do adolescente.

O padrão de identidade ideal hoje, é o de jovem feliz, bonito, que frequentam festas, atletas, consumistas de academias e economicamente bem assistidos,os que não se enquadram a estes padrões, são excluídos.

A escola deve estar aberta para esse tipo de reflexão e discussão através de projetos.

Vídeo-aula 16

Encaminhamentos pedagógicos: blog no ensino de ciências

            A escola deve utilizar recursos midiáticos, porém, dever saber quando e como utilizar.

Usar as novas tecnologia, mas fazendo reflexão sobre seu uso, não substituir esses recursos pela escrita, saber dosar o que usar.

Pode – se fazer bons trabalhos, utilizando aulas de informática socializando com projetos.

Vídeo-aula 19

Relações etnicorraciais na escola

Racismo

-Segundo o dicionário “Michaellis
ra.cis.mo – sm (raça+ismo) 1 Teoria que afirma a superioridade de certas raças humanas sobre as demais. 2 Caracteres físicos, morais e intelectuais que distinguem determinada raça. 3 Ação ou qualidade de indivíduo racista. 4 Apego à raça.

– racismo clássico (se alimenta da noção de raça como fundamentação) e racismo novo (se alimenta da noção de etnia).

Etnia

Segundo Munanga (2004, p. 29):

– conjunto de indivíduos que, histórica ou mitologicamente, têm um ancestral comum, uma língua em comum, uma merma religião ou cosmovisão, uma mesma cultura, moram geograficamente num mesmo território.

Hoje o  termo etnia passa a ser usado por ser considerado politicamente correto.

– algumas etnias controem suas nações sozinhas;

Somos um país de mestiços: nossa Nação é totalmente constituída da miscigenação. Devemos ensinar através da Pluralidade cultural.

Discursos de igualdade racial e/ou mestiçagem na escola

A escola deve ser um  dos principais espaços a trabalhar a diversidade cultural, propiciar reflexões e diversos trabalhos que valorizem as diferenças.

Vídeo-aula 20

Diferentes possibilidades culturais no currículo escolar

            As identidades e as diferenças são produzida: ,na comunidade local , na escola e  na mídia.

Na escola

As diferenças acontecem em todos espaços, porém, na sala de aula é o lugar mais vivenciado as identidades e as diferenças.

O professor deve estar atento a todo o momento para que as diferenças se tornem em trocas de conhecimentos e aprendizado.

O currículo escolar dever estar contemplando a diversidade cultural, respeitando todas as diferenças.

Um exemplo de inclusão e diversidade cultural, foi em um projeto de 2011 – Projeto Curumim – Uma aluna era neta de Índio, trouxe um amplo material, mostrando a cultura, foi um grande marco em sala de aula.

Um outro Projeto , já citado “ Protagonistas do Futuro”, a família de uma aluna, é catadora de reciclados, a partir dos trabalhos realizados, não tem mais vergonha de falar que são catadores de reciclados.

Vídeo-aula 23

Relações sociais de gênero: um direito e uma categoria de análise

            A vídeo aula mostra  discussão de gênero que  nasce no contexto de lutas por direitos sociais, construindo a cidadania. As relações de gênero estão diretamente ligadas aos direitos das mulheres: ao voto, ao trabalho remunerado, direitos de ir e vir

Podemos exemplificar a Lei Maria da Penha, que foi uma luta, em que as mulheres ganharam o direito de serem respeitadas e protegidas.

Essas e outras vitórias que já conquistaram estão no contexto das relações sociais.

Porém, em sala de aula, vejo a necessidade de levar novas discussões, pois na realidade, muitos alunos me procuram para conversar dizendo que  o pai bateu na mãe, hoje, os alunos, principalmente as meninas, devem ser educadas para exigirem respeito, que não deixem ser influenciadas pela violência psicológica.

Vídeo-aula 24

Gênero e diversidade sexual: desafios para a prática docente

            As relações de gênero no espaço escolar e a diversidade sexual constituem no campo que denominamos direitos humanos. Neste âmbito a escola recebe várias concepções de família, educação, estilo de vida, e até mesmo famílias que vivem de forma sub – humanas atreladas com as relações de gêneros.

             Em minha vivência, é muito difícil, a comunidade escolar está ligada a diversas formações de famílias, e também a inclusão que deve ser trabalhada diariamente. Como por exemplo os alunos com TDHA e que são medicados, os próprios colegas já entendem o porquê que o colega esta agitado, ou  o colega da sala ao lado que é portador da Síndrome de Down.

Os gêneros são separados em duas dimensões: gênero e sexualidade e análise dos processos de democratização; a primeira construída pela sociedade a segunda relacionada aos movimentos sociais.

Vídeo-aula 27

A produção da identidade/diferença – a questão religiosa

A identidade é construída através da convivência social e a  religião, faz parte desta construção do indivíduo. O ser humano é singular, porém , existe uma pluralidade de ações,que compõe  – se na sociedade como pluralidade.Nosso País convive com uma diversidade religiosa, as quais estão presentes ativamente no espaço escolar.

Na escola que leciono para o 4° ano, no município de Pindamonhangaba, vejo que a maioria dos meus alunos são evangélicos, mas em geral, falo de religião de uma forma que todos saibam que devem ser respeitados.

E quando, falamos em datas religiosas, compartilho a forma que cada aluno, que cada família participa nesta questão.

Trabalho a religiosidade de forma que todos sejam respeitados, aproveitando para que todos tenham oportunidade de falar  sua religião.Como exemplo, relato meu trabalho na Páscoa. Fiz uma dinâmica, falando que cada uma pensa – se em coisas boas, pois , independente da religião, todos aprendem a ser boas pessoas. Entreguei 3 pedaços de papel para cada criança. O primeiro papel era para escrever um pedido para ele mesmo; o segundo , fazer uma pedido para o outro e o último pedido, fazer um pedido para o coletivo.

Me surpreendi com as leituras; foram feitos pedidos de saúde, casa, emprego, acabei conhecendo um pouco mais meus alunos.

Vídeo-aula 28

Encaminhamentos pedagógicos na escola pública sobre a questão religiosa

            O ser humano , no percurso de sua vida, pode escolher em quê e como crer.  Na LDB, Art 33 fala da questão religiosa, já apresentando suas modificações e voltando a sala de aula, temos que estar prontas para trabalhar a pluralidade religiosa. Pois, cada pessoa possui sua forma de crer. Sendo que os educadores, precisam tomar cuidado para que seus alunos não se sintam ofendidos.

Comentando um dos vídeo de apoio sobre televisão e religião, podemos elencar muitos programas religiosos, independente do horário e do dia que fazem parte do cotidiano de muitas famílias.

Muitos de meus alunos, levam para a escola revistinha destinada ao Público infantil, Cds e Dvds,Jogos, e uma gama de produtos religiosos, sejam evangélicos ou católicos. Até que ponto devemos fazer a intervenção?

Ser cuidadoso em ministrar suas aulas, dar abertura para que todos possam ensinar e transmitir algo de bom de sua religião, formando educando que respeitem a educação do próximo.

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