DIREITOS HUMANOS – MÓDULO III

Vídeo-aula 1

Contexto histórico dos Direitos Humanos

A origem dos direitos humanos, foi construída pelos povos, desde a Idade Média a Idade Moderna com ritos: Rito de nascimento com o nome, constituindo o ser fazendo parte de uma família , Rito de enterro, como por exemplo os desaparecidos desde as décadas de 60 a 80. E um fato muito importante, ocorrido na cidade De Potim – SP, interior de São Paulo desde 2011, onde os Munícipes já pagaram os jazigos e não existe cemitério, e enterram seus parentes em cidades vizinhas. O que mostra que até hoje, se briga por direitos.

E olhando pelo mundo moderno no século XIX, que começa os movimentos sociais, não muito diferente, acresce a máquina da morte: a discriminação, desde um campo de concentração a diversas discriminações:  raciais e  étnicas.

Vídeo-aula 2:

DIREITOS HUMANOS NA AMERICA LATINA.

 Chegando sem usar o nome de Direitos Humanos, onde esses direitos são apenas para os privilegiados, onde começa com a colonização, onde os índios e os negros eram tratados como objetos.

Os direitos chegam através de rebeliões em nome da liberdade, mesmo assim não em sua totalidade, pois para ser eleitor, deveria ser da elite, o dinheiro daria o direito ao voto.

Muitos dos movimentos como: Canudos, Contestados e Movimento dos Muques, em que a população pensava.

Outras movimentações em outros momentos, como o Dia Internacional da Mulher, foi reivindicado e conquistado após muitas mortes e para o Presidente movimentos á Direitos Humanos eram entendidos como arruaças.

Assim uma grande Conquista foi a Primeira Constituição, logo seguida de momentos de terror. Censuras, ditadura trazem horrores que levam a mais manifestações, contando ao mundo o que acontece, surgindo pequenos grupos representando seus Estados.

Forças Armadas denunciam crimes contra a humanidade, partidos de opõe, a sociedade assim começa a se refazer em duas óticas: lutas pela liberdade com direitos civis/políticos e recuperação por pressupostos de igualdade. Surge novos grupos que lutam pelos direitos: mundo sem censura, manifestação de pensamento, a luta pela anistia, de se retornar ao país de origem e a lita pelos diretos políticos e civis, denúncia a tortura, reorganização partidária ELEIÇÕES DIRETAS, a ditadura começa a se esgotar, Assembléia, Congresso, fim da Ditadura, sendo os anos 80 uma das Décadas mais importantes o período por mudanças na América Latina e Chile.Podemos citar também o  argentino Che Guevara, muito rico, que foi um grande precursor de muitos movimentos.   Assembléia, Congresso, fim da Ditadura, sendo os anos 80 uma das Décadas mais importantes o período por mudanças na América Latina e Chile.Podemos citar também o  argentino Chê Guevara, muito rico, que foi um grande precursor de muitos movimentos e Carlos Ezequiel que foi um grande percursor dos Direitos humanos.

Hoje podemos trabalhar em sala de aula o Diálogo que garantam um futuro consciente que através do diálogo se tornem protagonista.

Vídeo-aula 5

Representação Social do DH no Brasil

O novo sempre é entendido coletivamente com uma pouco de distorção, em todos os âmbitos, como o Professor Solon Viola apresenta no vídeo e diz”….grande mídia de ampla penetração na sociedade brasileira…………”  . Um grande exemplo disso, em nosso dia a dia escolar, podemos falar a respeito do PCN, um grande documento que nos ajuda a direcionar nosso trabalho, a progressão automática onde foi distorcida para muitos, que os alunos podem passar sem saber nada,, outro exemplo vivido em meu dia adia, como orientador pedagógica, são professoras aposentadas pelo Estado, que por ordem financeira voltam as salas de aula, dizem claramente que na época delas usava – se o silabário e os alunos aprendiam, eram professoras de ótimas escolas Estaduais e nunca tiveram problemas com  alfabetização e hoje com o construtivismos ninguém sabe nada, que os alunos com dificuldade não aprendem nada com esse método, não aceitam trabalhar com projetos.Para elas esse tipo de mudança causa transtorno, dificuldade em se relacionar com as novas colegas, e aceitar  a forma de se Alfabetizar em escolas municipais.

Outro movimento que podemos citar são os direitos da mulher, trazido na Lei Maria da Penha, que foi necessário uma atrocidade com uma mulher para termos um primeiro passo, passo esse que ainda é falho, apesar de ser uma conquista.

hoje em salas de aula trabalhamos projetos em vista a construção e conscientização de cidadãos críticos, que coloquem em prática atitude par uma melhor convivência. Vou citar o Projeto Novo Dutra, que trabalha desde as atitudes de se estar em trânsito, educação para o trânsito, e atualmente o novo livro desse projeto trabalha o meio Ambiente. Essa década, é uma década de mudanças, é uma década de experiências para se formar educandos para a cidadania. Através desses trabalhos para a cidadania, deseja – se que a população lute pela cidadania pela dimensão, um desejo para que caminhem para os Direitos humanos sendo este uma Declaração. Cada ser humano pode fazer a sua parte, apresentando as diferenças.

Um exemplo vivido em minha sala de aula, no município de Pindamonhangaba, surgindo dos próprios alunos após a leitura de um livro sobre bulliyng. Depois de muitos recreios com brigas, pegaram o exemplo do livro, e formaram  os “ Amigos do Peito”, que continuem em brincar com jogos, assim não correndo e derrubando os colegas estupidamente, fizeram placas, cartazes e saíram nas classes que fazem parte do recreio, convidaram seus colegas para brincarem e não correrem evitando brigas e bagunça. O primeiro apresentou conflitos, como crianças que não foram procuradas para brincar por causa do tipo de jogo, sendo neste momento ouvido pelos colegas recebendo sugestões, trabalhando assim o coletivo, havendo uma problematização e possíveis soluções.

Vídeo-aula 6

Direito Internacional e EDH

A noção de direito é criada pelo próprio direito de ser reconhecido como pessoa, integrante de uma família, com nome e sobrenome, recebendo assim a Certidão de Nascimento e automaticamente recebendo o direito de freqüentar a escola.

Exemplificando a Guerra , com os campos de concentração, com a operação do Direito, onde surge a campanha de nacionalização de ser alemão e não alemão, e os Judeus, perderam a nacionalidade de ser alemão, e sem proteção de qualquer natureza.

Pois, ser cidadão, é ter direitos e depois dos acontecimentos da 2ª Guerra surge a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Um grande exemplo disso, seria os imigrantes chegando ao Brasil, logo o pós Guerra, desembarcando no Porto de Santos, sendo estes, recebidos em São Paulo na casa dos Imigrantes, onde recebiam comida, moradia, documentação e em seguida um emprego.

Atualmente, recebemos no Acre, imigrantes haitianos:

Assim, no dia a dia do professor, ele deve olhar cada aluno como um ser único, aprender a ver além de uma simples criança, deve olhar seu interior, conhecer sua história de vida, considerar cada um em sua peculiaridade.

Vídeo 9

Sujeito de Direitos

Prof. Guilherme Assis de Almeida

Constituição do Sujeito de Direito, sendo este não apenas um dado ,muitas vezes o Estado pensa que como está na Lei, não há necessidade de se fazer algo.

Colocamos um exemplo do ser criança.

O ECA, constitui os direitos da criança ,sendo uma pessoa em desenvolvimento, necessitando assim da proteção integral.  Esta proteção integral significa coloca – la  a salvo de qualquer violência contra ela. Para tanto necessitando de melhores profissionais de todos os âmbitos para colocar o ECA em execução, pois, não adianta termos um ótimo apoio documental e não termos profissionais para colocar em prática a Lei já existente. Dando oportunidade do ser de direito.

A melhor forma de colocar esses direitos em prática, é dialogando em sala de aula, mostrando os pós e os contras, conscientizando – as de que são, seres humanos providos de direitos e deveres.

Vídeo-aula 10

EDH no Brasil

A EDH no Brasil é um processo de lutas e conquistas.

Porém , devemos ter uma cultura, mudar a mentalidade dos seres humanos, temos a missão civil de formar um cidadão consciente, pois, como muitos outros fatos, a EDH também é um processo que possui mudanças sociais.

O professor em seu dia a dia, deve utilizar de diversas estratégias para que seus alunos sejam educados para repudir a violência. E consolidarmos a democracia, não ficarmos com uma mentalidade antiga, agora devemos perpetuar nossas conquistas, como Lei Maria da Penha, ECA, Estatuto do Idoso e outros que hão de vir. Uma das formas de fazer isso, são os projetos instituídos pelo Governos Municipais e Estaduais nas escolas de Ensino Superior e Educação Fundamental educando para a democracia.

Vídeo-aula 13

Histórico da EDH – documentos referência


Profª Nazaré Zenaide

A Educação em Direitos Humanos, começa no século XX, com muitos documentos importantes em esfera mundial.

Esses Documentos, aparecem por causa das discriminações, mas preciso educar para que saibam que existem valores humanos, que a criança aprenda que aprender os direitos humanos também é um dever.

A EDH, se apoiam em livros e de diversas estratégias para que atenda a todos, formando cidadão ativos, perpetuando os Direitos e Deveres.

Vídeo-aula 14

Dimensões da EDH

Marcos da EDDH

Marcos da EDDH:
Declaração universal dos Direitos Humanos, com prática na década de 1995 a 2005;
O Plano Nacional de educação foi datado de 2003 a 2006;
O Programa NDH tem um eiso dedicado em DH;
O Conselho em DH em 2012.

Dimensões integrantes dos direitos humanos.

A – Conhecimentos construídos sobre direitos humanos relacionado – a com contextos: internacional, nacional e local;

B – Valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura DH;

C – Desenvolvimento de processos participativos e de construções coletivas, utilizando  linguagens e materiais didáticos;

4 – Fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como da reparação das violações;

A criação de valores é fundamental para a conscientização dos direitos humanos. Dignidade humana, a liberdade e a responsabilidade, a igualdade e não discriminação, justiça, solidariedade e cooperação, participação, pluralismo, diversidade e inclusão.

Para a criação desses valores é importante que o professor tenha em mente que ele é um grande exemplo e muitas vezes, o único exemplo pra um aluno.

É de inteira responsabilidade do educadores,s erem críticos e ensinarem seus alunos a serem críticos e a desenvolverem a prática de cidadania.

Vídeo aula 17

Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos

Prfª Aida Monteiro

                      O Plano Nacional de Educação  surge em âmbito Nacional e Internacional, buscando possibilidades de tratar  educação e os Direitos Humanos  por causa dos movimentos atuantes de guerras. Também apoia – se no Plano decenal de Educação que pede a necessidade de educar para a cidadania. Cria  articulações entre cinco áreas humanas: a educação Básica, a Educação Superior, a Educação não formal, a Educação para os profissionais do Sistema de Justiça e Segurança ,a Educação em Mídia, constituindo – se como referência, para que os sistemas de ensino em suas atribuições, possam desenvolver as ações previstas colocando em prática a Educação em Direitos Humanos e a Educação para a cidadania.

Vídeo-aula 18

 EDH e Ambiente escolar

Educação em diretos Humanos, não é assegurar os direitos juricamente e sim  educar de forma que os alunos saibam como e quando cobrar esses direitos, que saibam também que possuem direitos e deveres.

Sei que devo trabalhar dia a dia com meus alunos, de forma que construam as noções em direitos humanos. Vivenciar é diferente de apenas falar.

Uma experiência foi este ano, em uma de minhas salas de Ens. Fundamental. Após perceber que um aluno estava sofrendo bulliyng, avisei a direção que  fez as devidas intervenções.

Em seguida, após muito diálogo, li um livro sobre Bulliyng, ao final do livro, o personagem fez uma sugestão de criarem “OS AMIGOS DO PEITO”, os alunos gostaram da idéia, que criaram da forma deles os amigos do peito, sem pedir, trouxeram cartazes e me pediram ajuda. Fiz as placas, eles passram de sala em sala convidando seus colegas, e para minha surpresa muitos alunos foram procurá – los na hora do intervalo.

Vídeo-aula 21

 EDH na sala de aula

Quando pensamos em ensino-aprendizagem, não podemos esquecer que cada ser é único e que cada ser traz uma bagagem, tanto professor como aluno.

A aprendizagem dar –se – á, no momento em que o  aluno, abandona o antigo e abre – se para o novo. Neste momento em que há a aquisição do novo há uma nova aprendizagem.

Os direitos humano em sala de aula é interdisciplinar e transversal.

Em sala de aula o professor deve trabalhar de forma que o aluno perceba seu entorno, sua comunidade, a comunidade escolar.

A partir do momento em que o professor leva temas atuais e de suas vivências, os alunos aprendem.

Pego como exemplo meu projeto, que está sendo trabalhado neste primeiro semestre: “PROTAGONISTAS DO FUTURO”.

Educação Comunitária e Cidadania na Escola

 1. Introdução

Nos últimos anos a Educação passa pela necessidade de ampliar seus estudos sobre Educação Comunitária e Cidadania na Escola. Assim já  os vem na Constituição de 1988 e LDB, contendo o seguinte artigo: ““A educação é um direito de todos, dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade civil, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

No artigo 1o, da Lei 9394/96, LDB:

“A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nos movimentos culturais”

De acordo com as vídeos aulas, e me apoiando no módulo II, Educação Comunitária, Saúde e Cidadania na escola,nas vídeo-aulas nºs 25 e 26, estarei no decorrer no curso, elaborando e desenvolvendo o Projeto de Cidadania na Escola Municipal Joaquim Pereira da Silva – 4 º Ano D, no Distrito de Moreira César,  município de Pindamonhangaba, trabalhando o entorno da escola, avaliando suas necessidades e junto com os alunos, estabelendo critérios e plano de ações.

“A escola necessita ampliar os espaços educativos incorporando os recursos da cidadania e prioritariamente o seu entorno no desenvolvimento de projetos que contemplem a comunidade como espaço de aprendizagem.’( Vídeo-aula – 1)

Todas as ações no entanto, devem considerar a escola, e seu currículo, como o centro das ações.* comunidade, entorno da escola –  pais, centro comunitário, igrejas, postos de saúde e estabelecimentos. ( Vídeo-aula – 1)

2 –Prazo estipulado

À médio prazo:  O projeto será  desenvolvido primeiro semestre de 2012, na sala do  4º ano D, da Escola Municipal Joaquim Pereira da Silva –  Distrito de Moreira César, no município de Pindamonhangaba.

3-Desenvolvimento

Este projeto será desenvolvido no primeiro semestre, sendo aplicados de acordo com os conteúdos de História, Geografia, Ciências, Português e Artes. Primeiramente, trabalhando o bairro através de mapas, em seguida, será feito um reconhecimento deste mapa, onde os alunos irão passear em torno da escola, fotografando, fazendo registros escritos e entrevistando  os munícipes.

Nesta entrevista, será questionado sobre os problemas do bairro, como: Dengue, Coleta de Lixo Seletiva, a situação de Terrenos baldios e Depredação de patrimônios públicos ,etc..

Após a coleta de dados, serão tratadas as informações com gráficos, produções de textos e outras atividades que os alunos acharem necessárias.

Em seguida, os alunos observarão, dentro da escola, começando com o intervalo: a quantidade de lixo deixado no pátio, o comportamento dos alunos e as relações  entre os colegas.

No entanto,  já existe uma preocupação com o comportamento dos alunos de 4º ano, na hora do intervalo, (tanto no que diz respeito á conservação do ambiente, quanto ao comportamento em respeito ao próximo) para isso, será realizada uma gincana de coleta seletiva na hora do intervalo e fórum escolar, quando necessário, em relação ao comportamento, sendo o professor o mediador do fórum.

Será observado o intervalo que mantiver o pátio limpo( os próprios alunos serão responsáveis) conscientizando os colegas de outros intervalos. No decorrer do mês, o intervalo mais organizado será premiado.

Já em relação a comunidade, os próprios alunos serão o meio de comunicação entre escola e bairro, sendo estes os coadjuvantes na conscientização de ações, que visem a melhoria do comportamento do dia a dia dos munícipes.

No final, os alunos farão uma segunda entrevista, analisando as respostas e o nível de conscientização e ações dos munícipes, elaborando gráficos para a comparação do comportamento de antes e depois do trabalho em torno da escola.

4 – Culminância.

Os alunos farão uma viagem relacionada ao tema; parques ecológicos, museus ou outro local direcionado aos trabalhos desenvolvidos durante o projeto.

Será realizada a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos durante o projeto. Esta mostra será marcada pela unidade escolar, sendo convidada toda a comunidade local.

Em todo desenvolvimento do projeto, serão feitas coletas de dados e tratamento dos mesmos, em relação ao processo de conscientização da cidadania, como os alunos se comportavam e como se comportarão.

Em fim, o aluno tem o direito de educação das mais diversas formas, sendo ele aluno de inclusos ou não.

O professor deve possibilitar a seus alunos diversas formas, sejam elas de atividades diferenciadas ou não.

Vídeo-aula 22

EDH, inclusão e acessibilidade

De acordo com o dicionário “ Michaelis”, o significado da palavra inclusão é:

inclusão
in.clu.são
sf (lat inclusione) 1 Ato ou efeito de incluir. 2 Penetração de uma coisa em outra. 3 Em histologia, impregnação, em um tecido, de uma substância líquida que se solidifique e permita que ele seja cortado em lâminas delgadas, para exame microscópico. 4 Biol Qualquer partícula encontrada no núcleo da célula e de natureza diferente da do protoplasma.

No Brasil, a pouco que se fala de inclusão.

Em documentos, podemos citar a Declaração de Salamanca e outros que posteriormente trazem grandes vitórias para que a inclusão realmente ocorra.

Um texto que utilizei em uma das reuniões de HTPC, onde trabalho como orientadora pedagógica é “ UMA JOANINHA DIFERENTE” – AUTORA: Regina Célia de Melo, a história relata, claramente a inclusão ou que não é inclusão.

“Era uma vez uma joaninha que nasceu sem bolinhas…
Por isso ela era diferente.
As outras joaninhas não davam bola prá ela. Cada qual com suas bolinhas,viviam dizendo que ela não era uma joaninha.

A joaninha ficava triste, pensando nas bolinhas e no que poderia fazer…
Comprar uma capa de bolinhas?
Ou, quem sabe, ir embora para longe, muito longe dalí?
Ela pensava e pensava…
Sabia que não seriam as bolinhas que iriam dizer se ela era uma joaninha
verdadeira ou não. Mas as outras joaninhas não pensavam assim…
Então ela resolveu não dar mais importância ao que as outras joaninhas
pensavam e continuou sua vida de joaninha sem bolinhas…

Até que um dia, as joaninhas reunidas resolveram expulsar do jardim aquela que
para elas não era uma joaninha!

Sabendo que era uma autêntica joaninha, mesmo sem bolinhas, teve uma idéia…
contou tudo para o besouro preto, que é parente distante das joaninhas.
Decidiram ir à casa do pássaro pintor e contaram a ele o que estava
acontecendo.
O pássaro pintor, então, teve uma idéia. Pintou com capricho o besouro, que
ficou parecendo uma joaninha de verdade…
E lá se foram os dois para o jardim: a joaninha sem bolinhas e o besouro
disfarçado.
No jardim ninguém percebeu a diferença. E com festa receberam a nova joaninha.
A joaninha sem bolinhas, que a tudo assistia de cima de uma folha, pediu um
minuto de atenção e, limpando a pintura que disfarçava o besouro preto,
perguntou:
– Quem é a verdadeira joaninha?”

Será que todos nós aceitamos a inclusão?

Em meu dia a dia, vivencio puramente a inclusão. Sou orientadora pedagógica de uma escola onde há muitos surdos.

Para que haja a inclusão, nas reuniões de HTPC, são oferecidas aulas de libras, assim, os  professores conhecem o mundo dos surdos, aprender libras é uma forma de inclusão. Não são os surdos que ao se alfabetizarem necessitam de entender alfabeticamente o mundo dos ouvintes.

Em um determinado momento me senti incapaz, estou aprendendo libras e já fiz curso de inclusão, mas, neste semestre, em um determinado momento, uma aluna surda se aproximou – e me fez gestos, não entendi o que precisava, a aluna estava desesperada me pedindo algo, eu me esforcei para entende – la. Me senti incapaz. Depois de alguns minutos, percebi que o que precisava ela papel higiênico.

Bom, a aluna pediu papel de uma forma diferente do eu aprendi em libras, em seguida a intérprete da escola, chamou a  atenção da aluna, pois deveria ter pedido de forma correta, e não da forma que conversa com seus familiares.

Creio que a inclusão seja isso; não é você deixar os alunos surdos apenas com as intérpretes,todos os funcionários da escola deve entrar no mundo dos surdos e não eles ao nosso.

Garantir a acessibilidade desde uma rampa a um corrimão, trabalhar as diferenças em sala de aula, colocar uma placa não apenas em Português, mas sabermos que existe Libras, é o meu caso, colocar um cartaz em Português que logo abaixo dos dizeres se completam com as libras.

Vivenciar a inclusão é a forma mais rica de ensina-  – la.

Vídeo-aula 25

Comitês de EDH: parcerias possíveis

Professora Sinara

 

Os Comitês em EDH tem como fundamento a Conferência de Viena (1993), tida como um marco, pois teve grande impacto na elaboração da política de Direitos Humanos. O Comitê Nacional de EDH é composto por especialistas, militantes e representantes de governo e organismos internacionais e que, articulado com o governo, trabalha no sentido de fazer proposições de políticas públicas voltadas à EDH e de fazer deliberações nas diferentes áreas.

Objetivos dos comitês 

elaboração, implementação e monitoramento da implementação da política de EDH nos estados e municípios;

– formular a política da EDH nos estados e nos municípios;

– monitorar sobre a questão da violação dos direitos humanos;

– capacitar diferentes profissionais para que conhece e trabalhem para a solidificação dos direitos humanos.

É fundamental que os comitês articulem-se para que discutam estratégias  que possam garantir a  a efetiva ação de diversos órgãos garantindo a verdadeira execução do Direitos Humanos Juridicamente.

Vídeo-aula 26

O papel da escola no processo educativo de Direitos Humanos

   A escola é um espaço extremamente importante para a vida de qualquer sujeito, pois é um local que possibilita dialogar, socializar, aprender e construir, que se dão no campo cognitivo, afetivo, emocional, contribuindo para que os seres humanos, possam tornar –se cidadãos.

A função social da escola é possibilitar o conhecimento em diversos campos – a educação é multidimensional.A escola requer um projeto político pedagógico e um currículo, construindo uma  sociedade democrática.

A temática dos direitos humanos precisa ser trabalhada em conjunto com todas as disciplinas.

 Vídeo Extra

O vídeo extra , mostra a prática de uma professora para que os alunos vivenciem seus direitos.  Assim, atuando como uma verdadeira educadora.

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