PROFISSÃO DOCENTE – MÓDULO IV

PROFISSÃO DOCENTE

Vídeo de Apresentação

            Estas aulas tem a função de problematizar a função do professor e a relevância de sua problematização.

Qual o sentido da profissão docente?

Quais os desafios do ensino, tendo uma complexidade na constituição docente?

Para respondermos estas e outras indagações,devemos fazer uma reflexão em nossa prática educacional.

Sendo assim podemos separar as explicações por módulos.

Módulo I – O papel do professor;a ação educativa;o professor na mediação educacional e a diversidade cultural na sala de aula.

Módulo II – Possibilidades de ensino na relação professor aluno.

Sendo teremos que resgatar todas as aulas já estudadas e colocarmos em prática nossa observações em torno do  tema “ Ética, cidadania e saúde na escola”.

Vídeo-aula 1: Papel do professor: instruir ou educar?

    Qual o papel do professor hoje?Além de passar conhecimento a função do professor é educar.

Hoje em dia, além de ensinar, o professor deve ter a sensibilidade e valorizar o processo educativo de cada aluno.

Reformular sua prática pedagógica, ir além de um simples laudo que muitas vezes acaba rotulando um aluno.

Pensar que a escola tem uma função social na vida do aluno e não apenas um certificado.

Podemos dizer que o professor está em dois pólos, internamente ligados: o pólo Pedagógico e o Polo Educacional , onde deve – se levar em conta a humanização ,a socialização, o desenvolvimento, a aprendizagem a personalização e a libertação.

Para tanto, também deve ser trabalhado a microesfera, que é o cotidiano escolar: atender a um pai, dar uma bronca, um diálogo, perguntas. Ações no dia a dia que possa colocar o Projeto Político Pedagógico da escola em prática.

Vídeo-aula 2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar.

            O que acontece além da Ação educativa?

As escolas estão empenhadas e realizar projetos em suas ações, porém esquecem de verificar a trajetória de seu aluno.

Assim , os alunos passam pela educação infantil, sabendo que ali, poderão brincar. Prosseguindo assim , para a Educação Fundamental, onde se choca com as rotinas e a forma na qual se é trabalhado.

A partir deste instante o aluno começa a perceber a drástica mudança de poder brincar e ter a obrigação de estudar.

Podemos apresentar os 3° e 4° anos , como o exemplo da vídeo-aula, os alunos se tornam obrigados a fazer mudanças, começam a ter autonomia em dizer o que eu gostam ou não, assim a escola apresenta sintonia em alguns espaços e um  distanciamento de sintonia em outros.

Neste momento o papel do professor é ser mediador no aprendizado, nunca esquecendo de levar em conta a trajetória escolar de seus alunos.

Vídeo-aula 5: O papel do professor na mediação cultural

      O professor tem o dever de fazer a mediação cultural para seus alunos, aproximar os alunos dos agentes culturais utilizando diferentes estratégias.

Como exemplo apresento o Projeto “APRENDENDO COM CÂNDIDO PORTINARI””. Elaborado pelas professoras do 4° Ano da Escola Municipal Professor Joaquim Pereira da Silva  – Moreira César – Pindamonhangaba – SP.

PROJETO CURRICULAR – 2012

UNIDADE ESCOLAR: ESCOLA REMEFI “PROFESSOR JOAQUIM PEREIRA DA SILVA”
PROFESSOR (ES):
TURMA: 4º Anos A/B/C/D PERÍODO: MANHA

 

TEMA: Aprendendo com Portinari
TEMPO ESTIMADO:  Ano Letivo
EIXOS, DISCIPLINAS OU ÁREAS ENVOLVIDAS:  Artes e Educação Física
JUSTIFICATIVA:

A Arte surgiu com a necessidade de o homem exprimir anseios, angústias, desejos e desafios de seu cotidiano. Hoje a arte é utilizada como um caminho para fluir a sensibilidade, ou seja, despertar sentimentos inerentes ao ser humano, como a alegria, o prazer, a empatia, a serenidade, respeito com o semelhante e o seu meio, entre outros.

O projeto pretende apresentar um artista brasileiro, Cândido Portinari, que tão bem retrata os valores e temas sociais de nosso país, bem como as brincadeiras de crianças. O projeto pretende tornar compreensível aos alunos a herança cultural a partir do estudo das obras de arte do artista plástico, bem com os alunos um diálogo sobre o material que será apresentado e por fim, desenvolver o senso de observação e o gosto pelas obras de Arte  e  pela Educação Física sendo realizadas  brincadeiras fazendo a interpretação das obras do artista.

O procedimento metodológico deste projeto tem como critérios o avanço da aprendizagem, a partir dos conhecimentos prévios dos alunos, ampliando sua visão de mundo, possibilitando a construção de uma nova postura frente aos novos saberes.

Em Educação física proporcionar a convivência de práticas esportivas,  conhecer jogos que possibilitam situações de socialização, cooperação permitindo o desenvolvimento de autonomia, de valores e princípios democráticos.OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:

Objetivo Geral:

  • Valorizar e apreciar a expressão artística a partir das telas de Cândido Portinari, desenvolvendo um olhar crítico social, conhecendo diferentes jogos e brincadeiras.

Objetivos específicos:

  • Conhecer a biografia de Cândido Portinari e compreender seu trabalho ao longo de sua vida;
  • Desenvolver o habito de observação e apreciação, atentando para detalhes como: cor, forma e textura;
  • Interpretar obras de Arte, compreendendo sua função comunicativa;
  • Estabelecer relações entre obras de Arte e a identidade cultural do Brasil;
  • Representar por meio de desenho a releitura de algumas obras do artista;
  • Estimular a criatividade e a imaginação;
  • Desenvolver o senso crítico;
  • Despertar o gosto pela leitura, especialmente pela Arte;
  • Valorizar e respeitar a nossa cultura artística;
  • Participar de atividades corporais, respeitando suas características físicas, bem como as de seus colegas, sem discriminar por características físicas e sociais; adotar atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade em situações lúdicas e esportivas, buscando solucionar os conflitos de forma não violenta.

HABILIDADES ENVOLVIDAS:

  •  Realizar atividades corporais;
  • Aceitar e conhecer os limites do próprio corpo;
  • Respeitar os limites físicos e sociais dos colegas;
  • Respeitar as regras e os combinados;
  • Despertar o prazer na realização das atividades lúdicas e desportivas;
  • Conhecer diferentes tipos de materiais , jogos e brincadeiras.

DESENVOLVIMENTO (ETAPAS):

  • Conhecer diferentes obras do artista;
  • Interpretação visual das obras;
  • Listar os jogos e brincadeiras existentes nas obras do artista;
  • Leitura de imagens;
  • Despertar o prazer na realização das atividades lúdicas e desportivas;
  • Reproduzir as obras do artista.

AVALIAÇÃO:

A avaliação da aprendizagem será realizada durante todo desenvolvimento deste projeto, onde serão observados nos alunos alguns itens como: envolvimento, interesse dos alunos, participação, questionamento, criatividade, a postura construída diante do novo conhecimento e as produções individuais e coletivas.

 RESULTADO FINAL (PRODUTO OU EVENTO):            

Exposição de fotos das atividades realizadas e das releituras das obras de Cândido Portinari.

Vídeo-aula 6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula.

            O professor deve ter a  consciência de  levar para a sala de aula a diversidade cultural.

Em minha vivência   no ano de 2011, estive em uma sala de 3° ano, e tive a oportunidade de trabalhar o Projeto Curumim. Exemplo vivo da diversidade cultural.

Trabalhos foram realizados durante o ano e feita a culminância.

Músicas,danças, utensílios de barro, pintura com urucum, tudo confeccionado com muito carinho e empenho pelos alunos.

Vídeo-aula 9: Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas pedagógicas.

 

            O professor em seu  dia a dia, deve – se preocupar com sua prática pedagógica, porém o mais importante é se preocupar com o aprendizado de seu aluno.

Muitos anos se passaram, muitas tendências pedagógicas foram apresentadas,  e  a cada  uma delas os quais,  professores ganharam vivências.

Não podemos dizer qual é a certa ou a errada. O que podemos dizer, é que os educadores de hoje devem pensar em seus educando.

Sendo assim, algumas tendências, sendo elas discutidas e estudadas nos dias atuais, marcando a História da Educação.

1 – Empirismo: a partir destes estudos, o ser humano é um ser passivo, moldado por estímulos externos, o professor é um agente sistematizador, um representante do saber e por isto, sua prática pedagógica é autoritária, sem relações com a realidade do aluno, seguindo linhas de pensamento da escola tradicional;
2 – Inatismo: defende que ao nascer, o indivíduo, já tem predisposição para aprender sobre determinados conteúdos, não sendo necessária uma ação educacional diretiva, pois o aluno auto direciona seus interesses. A prática pedagógica ocorre no sentido de facilitar a aprendizagem de dons já existentes, tidos com imutáveis;
3 – Construtivismo: por esta concepção o aprendiz é um ser inteligente, ativo e que desta forma, pode transformar a si e a realidade em que vive, através da construção progressiva de conhecimentos, adquiridos a partir de relações com o meio. O professor deve organizar o ensino em função do educando e atuar como problematizador e desestabilizador em situações de conflito.

Vídeo-aula 10: A relação entre professor e aluno.

            Esta vídeo – aula, traz a conceitos de Afonso Lopes Quintás, que com a introdução da Pedagogia do Encontro, apresenta as relações humanas.

Em minha vivência, creio que a relação professor aluno é essencial para a  aprendizagem.

Vídeo-aula 13: A construção do fracasso escolar: os mecanismos do não aprender e os desafios do professor

            Nossa educação é rodeada por avaliações internas e externas, as quais avaliam professores e alunos.

Em minha vivência, percebo que essas avaliações deveriam ser usadas como pontos positivos, pois a partir dos erros dos alunos/ e ou professores, podemos reavaliar, re-planejar, usando esses dados a nosso favor e não como opressores.

Analisar as dificuldades de nossos alunos, de onde recebemos essa clientela, tendo o cuidado de não excluí – los por serem carentes.

Vídeo-aula 14: Processos de aprendizagem e implicações para a prática docente.

            Sejam nossos alunos, portadores  de NEE ou não, devemos saber que todos têm seu momento.

Esses momentos devem ser respeitados, o educador deve ser sensível e saber que seu aluno precisa de sua ajuda e intervenções a todo momento.

O professor quando elabora suas aulas deve pensar nas relações:

– Relação professor/aluno; aluno/mundo e aluno/escola.

Pensar na escola como um todo e não em partes, pois o aprendizado e no dia a dia, como se fosse uma escada, que a cada dia o aluno avança um degrau.

Vídeo-aula 17: O professor e a cidade educadora

            A vídeo-aula foi muito rica, a pouco presenciei um trabalho assim.

Em meu projeto, Protagonistas do Futuro, na cidade de Pindamonhangaba, fizemos uma visita programada, dialogada antes e bem elabora.    Os alunos participaram a todo momento,( sendo este projeto anual), percebi que as visitas programadas, são mais aproveitadas e têm significação, com um objetivo, sempre atingem o aprendizado.

Alunos entrevistando os munícipes de Moreira César – atividade elabora quinze dias antes.

Vídeo-aula 18: A escola e as instituições culturais.

            Professores que levam seus alunos para vivenciarem o que aprenderam torna sua aula enriquecedora.

Para tanto as escolas hoje, oportunizam passeios que estejam dentro do contexto escolar.

No ano de 2010, participei da Capacitação do Ler e Escrever, onde em uma de suas unidades, é elaborada uma atividade sobre os animais, textos científicos e pesquisas, a culminância foi a elaboração do bichonário e o passeio ao mini –  zoológico em São Jose dos Campos.

As alunos até hoje comentam esse passeio, e em relatos pessoais sempre aparece em sua produções.

Vídeo-aula 21: A complexidade da constituição docente.

Ser educador, ou estar educador ? É o que pergunto a todo momento.

Em minha vivência, percebo professores que reclamam da remuneração, da carga horária, dos HTPC”s, dos projetos, dos planejamentos e ainda muitas vezes, duvidam da capacidade de seus alunos.

Já outros profissionais, trabalham como podem, não se limitam a laudos, planejam, estudam e a cada passo de seu aluno, vibram pela vitória.

Então “ Ser Educador” é ser comprometido com seu aluno, “Estar Educador”, é se preocupar com a remuneração a cada mês.

Ainda ressalto que o professor dever ser visto como um todo, que pensa, tem sentimentos, tem família, precisa ter uma vida digna e poder se especializar.

Espero que algm dia , eu e muitos colegas de trabalho, possam trabalhar em um único lugar, em um único período e poder ter tempo para a família, capacitações e poder pensar em seu lazer e bem estar.

Vídeo-aula 22: O professor leitor

            Para falar de um professor leitor, volta em minha formação de Ensino Fundamental e depois em minha Formação no Magistério.

Desde a minha educação infantil, nunca fui estimulada a ler, fui alfabetizada na Cartilha Sodré, com poucos Gibis por perto.

Ao ingressar no Ensino Médio, conheci os famosos livros da coleção Série Vaga – Lume, creio que foi o primeiro contato com a leitura.

Na Graduação senti muita dificuldade em interpretar as leituras, mas com o tempo, a vontade de me formar, tornou – me uma grande leitora.

Hoje entendo quando, como falado na vídeo aula – diz que devemos respirar fundo na leitura e que o Professor aprende novas idéias.

Em determinadas leituras, penso estar ouvindo o autor, adquiri o gosto pela leitura, e penso que nossos educandos devem vivenciar leituras, pois o professor leitor torna – se exemplo para seu alunos.

Ler é atividade fundamental na formação docente. Não só pela ampliação de vocabulário e repertório. O exercício da leitura leva à prática da interpretação, da crítica e da autotranscendência.

Vídeo-aula 25: Professor pensador

O professor pensador, faz o uso de ser um professor leitor, sendo que uma habilidade se liga a  outra.

O professor pensador ,reflete sobre sua prática educativa, medita dialogando.

Quem reflete, pensa inquietamente, procurando respostas, suscita a curiosidade.

Ser um profissional pensante, é ter a capacidade de ajudar o outro a enxergar e a se comportar  no mundo e para o mundo. Transformar as pessoas em pessoas ponderastes.

Vídeo-aula 26: Professor autor

            O Professor autor, é um professor que faz a ligação entre, ler, pensar e criar.

Ser  autor é criar em meio a transformação do meio em que estamos inseridos.

De todos os recursos midiáticos inseridos no dia a dia escolar, o professor tem o poder de ser interventor nas ações e não apenas obedecendo as idéias, sendo assim autônomo em suas criações e ações tomando iniciativas e sendo autores.

A autoria está ligada a liberdade e deve estar atrelada a sala de aula, conquistando em seu estilo de ensinar, tornado – se  assim , exemplos para seus educando.

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