SAÚDE NA ESCOLA – MÓDULO II

Vídeo-aula 3: Introdução: Saúde na escola

A SAÚDE NA ESCOLA, ATUALMENTE É UM DOS PRINCIPAIS FATORES QUE DEVE SER ABORDADO E ANALIZADO PARA MELHOR ENTENDERMOS A CLIENTELA QUE HOJE RECEBEMOS EM NOSSAS ESCOLAS, SEJAM ELAS DE ESFERAS PÚBLICAS OU PRIVADAS.

AS PRINCIPAIS DOENÇAS HOJE APRESENTADADAS SÃO:

MORTALIDADE

•AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL – FALTA DE OXIGENAÇÃO NO CÉREBRO, CARACTERIZADO PELA PERDA RÁPIDA DE FUNÇÃO NEUROLÓGICA DECORRENTE DO ENTUPIMENTO CHAMADO  ESQUEMICO OU ROMPIMENTO CHAMADO DE HEMORRÁGICO, DOS VASOS SANGUÍNEOS CEREBRAIS), PODE APRESENTAR AO PACIENTE PARALIZAÇÃO OU DIFICULDADE DE MOVIMENTAÇÃO DOS MEMBROS DE UM MESMO LADO DO CORPO, DIFICULDADE NA FALA OU ARTICULAÇÃO DAS PALAVRAS, DEPENDENDO DA GRAVIDADE PODE ELEVOLUIR Á UM COMA E OUTROS SINAIS, TRATANDO – SE DE UM EMERGÊNCIA MÉDICA QUE PODE – SE EVOLUIR COM SEQUELAS OU ATE MESMO A MORTE. DENTRO OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA O AVC, DESTACAM – SE  OS FATORES DA IDADE AVANÇADA, HIPERTENÇÃO ARTERIAL, TABAGISMO, DIABETES, COLESTEROL, ACIDENTE ESQUÊMICO TRANSITÓRIO( ATI), QUE VEM A SER UM ENTUPIMENTO PROVISÓRIO NA VEIAS CELEBRAIS, QUE COM A SUA REPETIÇÃO PODE TORNAR UM AVC ISQUÊMICO OU HEMORRÁGICO DE GRANDE PROPORÇÃO.

ANOREXIA A ANOREXIA É CAUSADA POR VÁRIOS FATORES: FAMILIARES, ESCOLARES E OUTROS. A PESSOA NÃO SE INTERESSA NÃO MAIS ALÉM DE EMAGRECER.

TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

DEPOIS DE CITARMOS AS PRINCIPAIS DOENÇAS, TAMBEM, NÃO PODEMOS DEIXAR DE FALAR SOBRE, SOBRE: VIOLÊNCIA ESCOLAR, BULLING ,DROGAS, DEPRESSÃO E A SAÚDE DO PROFESSOR.

Vídeo-aula 4: Saúde do professor

MUITOS FATORES COLABORAM PARA QUE MUITOS PROFESSORES FIQUEM DE LICENÇA MÉDICA, COMO: VIOLÊNCIA, COMPORTAMENTO DOS ALUNOS, VOZ,PÃNICO, ESTRESSE, BAIXOS SALÁRIOS , JORNADA DUPLA, ERNIA DE DISCO E DORT( DISTÚRBIO MUSCULAR RELACIONADO AO TRABALHO.

DE ACORDO COM A DRA. LÚCIA MOURÃO OS PROFESSORES DEVEM TOMAR PRECAUÇOES QUANTO A VOZ, FAZENDO HIDRATAÇÃO, RESPIRAÇÃO E PROCURAR UM ESPECILAISTA.

O TEXTO COMPLEMENTAR APONTA 8 REMÉDIOS PARA OS PROFESSORES:

Foto: Carlos Piratininga
Embalagens de medicamentos

Vídeo retirado do site http://www.youtube.com.br

Vídeo-aula 7: Crescimento e desenvolvimento ponderal e hábitos alimentares

De acordo com a Pediatra Liliam de Sousa Li, o crescimento e desenvolvimento ponderal está dividido em: 1° infância, que vai de 1 a 3 anos, 2° infância, de 4 a 8 anos e a 3°  infância que vai de 9 a 17 anos. Também levando em conta, alimentação, relacionamento familiar e os estímulos para um melhor desenvolvimento.

Acompanhar o gráfico do crescimento da criança, é primordial, para que em caso de algumas doenças, distúrbios,retardo mental ou autismo sejam detectados.

http://www.cdc.gov/nchs/data/series/sr_11/sr11_246.pdf

SITE DE GRÁFICOS UTILIZADOS NA AULA N° 7

HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS E MAUS HÁBITOS ALIMENTARES.

Sabemos que a educação alimentar de uma criança, nada mais é , do que a educação alimentar de seus pais. Rotinas na alimentação como: o quê comer e a que horas, nos primeiros anos de vida, é um hábito que deve ser imposto pelos próprios pais.

“MUITAS CRIANÇAS SOFREM DE OBESIDADE, PORÉM, QUANDO EXISTE UM ALTO ÍNDICE NA ESCOLA, A INSTITUIÇÃO, DEVE ESTAR ATENTA PARA INFORMAR OS ALUNOS E PAIS, PRINCIPALMENTE EM RELAÇÃO AS CANTINAS.MUITOS PAIS NEM SABEM O QUE SEUS FILHOS COMEM NA HORA DO LANCHE”.

Vídeo-aula 8: Distúrbios alimentares.

(Anorexia e bulimia, obesidade) – INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE: http://www.brasilescola.com/psicologia/a-anorexia.htm

Um grande fator que ocorre nas escolas, e que demoram a serem percebidos, são os distúrbios alimentares: anorexia, bulimia e obesidade, principalmente na adolescência.

Tendo vários motivos, desde a separação de pais, estresse, bullingou por vaidade, que é o caso da anorexia.

Anorexia – Diagnósticos e características clínicas

O aparecimento da Anorexia Nervosa ocorre entre os 10 e 30 anos de idade. Os pacientes fora desta faixa etária não representam casos típicos e, portanto, seus diagnósticos devem ser questionados. Após os 13 anos de idade, a freqüência do aparecimento da condição aumenta rapidamente, sendo máxima aos 17 ou 18 anos de idade. Em cerca de 85% de todos os pacientes com Anorexia Nervosa o surgimento da doença dá- se entre os 13 e 20 anos, alguns, antes dos 10 anos, eram “enjoados” para comer ou tinham freqüentes problemas digestivos.
Os critérios de diagnóstico do DSM-IV para Anorexia Nervosa são estes:
Recusas a manter o peso corporal em um nível igual ou acima do mínimo normal adequado a idade e a altura (por exemplo, perda de peso e levando a manutenção do peso corporal abaixo de 85% do esperado; o fracasso é inteiro ganho de peso esperado durante o período de crescimento, levando a um peso corporal menor que 85% do esperado).
Medo intenso de ganhar peso ou de se tornar gordo, mesmo estando com peso abaixo do normal.
Perturbação no modo de vivenciar o peso ou a forma do corpo, influencia indevida do peso ou da forma do corpo sobre a auto- avaliação, ou negação do baixo peso corporal atual.
Nas mulheres pós- menarca, amenorréia, isto é, ausência de pelo menos 3 ciclos menstruais consecutivos. (Considera-se que uma mulher tenha amenorréia se seus períodos ocorrem apenas após a administração de hormônio, por exemplo estrógeno).
 

Características físicas:

Os pacientes geralmente chegam ao médico quando a perda de peso se torna aparente, o peso cai assustadoramente. Anoréxicas com 42 kg são consideradas de peso bom. Freqüentemente o peso chega a 36, 32, 28 kg ou menos.
A medida que a perda ponderal se aprofunda aparecem sinais físicos como hipotermia (temperatura abaixo de 35 C), edema (inchaço), bradicardia (coração bate mais lentamente), hipotensão (pressão arterial abaixo do normal), lanugo (pelos finos que recobrem a pele do rosto e outras partes do corpo), pele seca, intolerância ao frio, queda de cabelo, olhos fundos, envelhecimento precoce e outras alterações metabólicas.
Algumas pacientes chegam a atenção médica por causa da amenorréia que freqüentemente aparece antes de sua perda de peso ser perceptível.
Outras complicações médicas desse transtorno alimentar serão citadas logo abaixo:
 

Relacionadas a perda de peso:

Caquexia: Perda de gordura, massa muscular, metabolismo tireoídeo reduzido, dificuldades para manter a temperatura corporal básica.
Cardíaca: Perda do músculo cardíaco, coração pequeno, arritmia cardíaca, parada cardíaca.
Digestivos gastrintestinais: Inchação, constipação (queixas de intestino preso), dor abdominal .
Reprodutivas: Baixos níveis de hormônios luteinizante (LH) e hormônio folículo- estimulante (FSH).
Hematológicas: leucopenia (diminuição do número de leucócitos: diminuição da defesa do organismo a infecções).
Neuropsiquiátricas: Sentido de paladar anormal
Esqueléticas: Osteoporose (Conseqüência do baixo consumo e absorção de cálcio).
Endócrinas: Hipotireoidismo
 

Relacionadas a purgação (vômitos e uso de laxantes)

Digestivas- gastrintestinais: Inflamação e aumento das glândulas salivares e pancreáticas e aumento da amilase sérica, erosão esofágica e gástrica.
Dentárias: Erosão do esmalte dentário
Neuropsiquiátricas: Convulsões, fadiga e fraqueza.

Características psicológicas:

Surgimento da doença dá-se entre os 13 e 20 anos.
Meninas inteligentes, bonitas, perfeccionistas e espertas.
Existe uma preocupação em comer em público.
Enquanto fazem uma refeição tentam livrar-se do alimento colocando-o no guardanapo ou escondendo-o nos bolsos.
Cortam a carne em pedaços muito pequenos e levam muito tempo mexendo com a comida no prato.
Sentimento de inutilidade
Pensamento inflexível
Isolamento social (até mesmo namoro)
Expressão emocional demasiadamente refreadas
Sua auto- estima está associada ao grau de sua forma e peso corporais
A perda de peso é vista como uma conquista, é um sinal de auto- disciplina
E o ganho de peso é visto como um fracasso
Os indivíduos com estes transtornos até reconhecem que estão magros, mas negam as implicações de seu estado de desnutrição, ou até mesmo a morte.
A indução de vômitos, onde uma simples escova de dentes ou cabo de uma colher se tornam ótimos instrumentos para induzir o vômito (se não vomitarem se sentem sujas).
Abuso de laxantes e diuréticos que conduzem ao mórbido emagrecimento desejado.
Irritabilidade (pouco conversam)
Agressividade
Choro
Adoram cozinhar e servir comida para os outros, mas elas mesmas fazem exercícios físicos exageradamente
Acham que o tratamento é totalmente desnecessário

Transtornos mentais associados:

Transtornos depressivos tais como: humor deprimido, retraimento social, irritabilidade, insônia e interesse diminuído por sexo. Esses pacientes podem ter um quadro clínico e sintomático que satisfaz os critérios para um transtorno depressivo maior. Estes sintomas de perturbação de humor deve portanto ser reavaliados após uma reavaliação completa ou parcial do peso.
A depressão também é muito freqüente entre indivíduos com AN.
Transtornos Obsessivos Compulsivos: Pessoas com TOC sente-se aprisionadas por pensamentos e comportamentos que se repetem e que o próprio indivíduo considera absurdos, desagradáveis e impossíveis de fazer cessar.
Quando os indivíduos com AN apresentam obsessões e compulsões não relacionadas a alimentos, forma corporal ou peso, podem haver um diagnóstico conjunto e concomitante de transtornos obsessivo compulsivo que são relacionados quando não são relacionados com comida
.

BULIMIA NERVOSA

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?139

Sinônimos:Bulimia, transtornos alimentares

O QUE É?A Bulimia Nervosa é um Transtorno Alimentar que se caracteriza pela ingestão de grandes quantidades de alimentos (episódios de comer compulsivo ou episódios bulímicos), seguidos por métodos compensatórios, tais como vômitos autoinduzidos, uso de laxantes e/ou diuréticos e prática de exercícios extenuantes como forma de evitar o ganho de peso pelo medo exagerado de engordar.

Diferentemente da anorexia nervosa, na bulimia pode não haver perda de peso, e assim médicos e familiares têm dificuldade de detectar o problema. A doença ocorre mais frequentemente em mulheres jovens, embora possa ocorrer, raramente , em homens e mulheres com mais idade.

O QUE SE SENTE?

Ingestão compulsiva e exagerada de alimentos.
Vômitos autoinduzidos, uso de laxantes e diuréticos para evitar ganho de peso.
Alimentação excessiva, sem aumento proporcional do peso corporal.
Depressão.
Obsessão por exercícios físicos.
Obsessão por exercícios físicos.
Comer em segredo ou escondido dos outros.

COMPLICAÇÕES MÉDICAS

Inflamação na garganta (inflamação do tecido que reveste o esôfago pelos efeitos do vômito).
Face inchada e dolorida (inflamação nas glândulas salivares).
Cáries e lesão sobre o esmalte dentário. Desidratação.
Desequilíbrio eletrolítico.
Vômitos com sangue.
Dores musculares e câimbras.

CAUSAS:Assim como na anorexia, a bulimia nervosa é uma síndrome multideterminada por uma mescla de fatores biológicos, psicológicos, familiares e culturais. A ênfase cultural na aparência física pode ter um papel importante. Problemas familiares, baixa autoestima e conflitos de identidade também são fatores envolvidos no desencadeamento desses quadros.

COMO SE DESENVOLVE?:Muitas vezes, leva tempo para se perceber que alguém tem bulimia nervosa. A característica principal é o episódio de comer compulsivo, acompanhado por uma sensação de falta de controle sobre o ato e, às vezes, feito secretamente. Os comportamentos direcionados a controle de peso incluem jejum, vômitos autoinduzidos, uso de laxantes, enemas, diuréticos, e exercícios físicos extenuantes. O diagnóstico de bulimia nervosa requer episódios com uma frequência mínima de duas vezes por semana, por pelo menos três meses. A fobia de engordar é o sentimento motivador de todo o quadro. Esses episódios de comer compulsivo, seguidos de métodos compensatórios, podem permanecer escondidos da família por muito tempo.

A bulimia nervosa acomete adolescentes um pouco mais velhas, em torno dos 17 anos. Pessoas com bulimia têm vergonha de seus sintomas, portanto, evitam comer em público e evitam lugares como praias e piscinas onde precisam mostrar o corpo. À medida que a doença se desenvolvolve, essas pessoas só se interessam por assuntos relacionados à comida, peso e forma corporal.

COMO SE TRATA? A abordagem multidisciplinar é a mais adequada no tratamento da bulimia nervosa, e inclui psicoterapia individual ou em grupo, farmacoterapia e abordagem nutricional em nível ambulatorial.

As técnicas cognitivo-comportamentais têm se mostrado eficazes.As medicações antidepressivas também têm se mostrado eficazes no controle dos episódios bulímicos.A abordagem nutricional visa estabelecer um hábito alimentar mais saudável, eliminando o ciclo “compulsão alimentar/purgação/jejum”.A orientação e/ou terapia familiar faz-se necessária uma vez que a família desempenha um papel muito importante na recuperação do paciente.

COMO SE PREVINE?Uma diminuição na ênfase da aparência física, tanto no aspecto cultural como familiar, pode eventualmente reduzir a incidência desses quadros. É importante fornecer informações a respeito dos riscos de regimes rigorosos para obtenção de uma silhueta “ideal”, já que eles desempenham um papel fundamental no desencadeamento dos transtornos alimentares.

OBESIDADE

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?303

 

O QUE É?

Denomina-se obesidade uma enfermidade caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associada a problemas de saúde, ou seja, que traz prejuízos à saúde do indivíduo.

COMO SE DESENVOLVE OU SE ADQUIRE?

Nas diversas etapas do seu desenvolvimento, o organismo humano é o resultado de diferentes interações entre o seu patrimônio genético (herdado de seus pais e familiares), o ambiente sócioeconômico, cultural e educativo e o seu ambiente individual e familiar. Assim, uma determinada pessoa apresenta diversas características peculiares que a distinguem, especialmente em sua saúde e nutrição.

A obesidade é o resultado de diversas dessas interações, nas quais chamam a atenção os aspectos genéticos, ambientais e comportamentais. Assim, filhos com ambos os pais obesos apresentam alto risco de obesidade, bem como determinadas mudanças sociais estimulam o aumento de peso em todo um grupo de pessoas. Recentemente, vem se acrescentando uma série de conhecimentos científicos referentes aos diversos mecanismos pelos quais se ganha peso, demonstrando cada vez mais que essa situação se associa, na maioria das vezes, com diversos fatores.

Independente da importância dessas diversas causas, o ganho de peso está sempre associado a um aumento da ingesta alimentar e a uma redução do gasto energético correspondente a essa ingesta. O aumento da ingesta pode ser decorrente da quantidade de alimentos ingeridos ou de modificações de sua qualidade, resultando numa ingesta calórica total aumentada. O gasto energético, por sua vez, pode estar associado a características genéticas ou ser dependente de uma série de fatores clínicos e endócrinos, incluindo doenças nas quais a obesidade é decorrente de distúrbios hormonais.

O QUE SE SENTE?

O excesso de gordura corporal não provoca sinais e sintomas diretos, salvo quando atinge valores extremos. Independente da severidade, o paciente apresenta importantes limitações estéticas, acentuadas pelo padrão atual de beleza, que exige um peso corporal até menor do que o aceitável como normal.

Pacientes obesos apresentam limitações de movimento, tendem a ser contaminados com fungos e outras infecções de pele em suas dobras de gordura, com diversas complicações, podendo ser algumas vezes graves. Além disso, sobrecarregam sua coluna e membros inferiores, apresentando a longo prazo degenerações (artroses) de articulações da coluna, quadril, joelhos e tornozelos, além de doença varicosa superficial e profunda (varizes) com úlceras de repetição e erisipela.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças ou distúrbios que podem ser:

Doenças Distúrbios
Hipertensão arterial Distúrbios lipídicos
Doenças cardiovasculares Hipercolesterolemia
Doenças cérebro-vasculares Diminuição de HDL (“colesterol bom”)
Diabetes Mellitus tipo II Aumento da insulina
Câncer Intolerância à glicose
Osteoartrite Distúrbios menstruais/Infertilidade
Coledocolitíase Apnéia do sono


Assim, pacientes obesos apresentam severo risco para uma série de doenças e distúrbios, o que faz com que tenham uma diminuição muito importante da sua expectativa de vida, principalmente quando são portadores de obesidade mórbida (ver a seguir).

COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?

A forma mais amplamente recomendada para avaliação do peso corporal em adultos é o IMC (índice de massa corporal), recomendado inclusive pela Organização Mundial da Saúde. Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em kilogramas (Kg) pela sua altura em metros elevada ao quadrado (quadrado de sua altura) (ver ítem Avaliação Corporal, nesse site). O valor assim obtido estabelece o diagnóstico da obesidade e caracteriza também os riscos associados conforme apresentado a seguir:

IMC ( kg/m2) Grau de Risco Tipo de obesidade
18 a 24,9 Peso saudável Ausente
25 a 29,9 Moderado Sobrepeso ( Pré-Obesidade )
30 a 34,9 Alto Obesidade Grau I
35 a 39,9 Muito Alto Obesidade Grau II
40 ou mais Extremo Obesidade Grau III (“Mórbida”)

Conforme pode ser observado, o peso normal, no indivíduo adulto, com mais de 20 anos de idade, varia conforme sua altura, o que faz com que possamos também estabelecer os limites inferiores e superiores de peso corporal para as diversas alturas conforme a seguinte tabela :

Altura (cm)  Peso Inferior (kg) Peso Superior (kg)
145 38 52
150 41 56
155 44 60
160 47 64
165 50 68
170 53 72
175 56 77
180 59 81
185 62 85
190 65 91

A obesidade apresenta ainda algumas características que são importantes para a repercussão de seus riscos, dependendo do segmento corporal no qual há predominância da deposição gordurosa, sendo classificada em:

Obesidade Difusa ou Generalizada
Obesidade Andróide ou Troncular (ou Centrípeta), na qual o paciente apresenta uma forma corporal tendendo a maçã. Está associada com maior deposição de gordura visceral e se relaciona intensamente com alto risco de doenças metabólicas e cardiovasculares (Síndrome Plurimetabólica)
Obesidade Ginecóide, na qual a deposição de gordura predomina ao nível do quadril, fazendo com que o paciente apresente uma forma corporal semelhante a uma pêra. Está associada a um risco maior de artrose e varizes.

Essa classificação, por definir alguns riscos, é muito importante e por esse motivo fez com que se criasse um índice denominado Relação Cintura-Quadril, que é obtido pela divisão da circunferência da cintura abdominal pela circunferência do quadril do paciente. De uma forma geral se aceita que existem riscos metabólicos quando a Relação Cintura-Quadril seja maior do que 0,9 no homem e 0,8 na mulher. A simples medida da circunferência abdominal também já é considerado um indicador do risco de complicações da obesidade, sendo definida de acordo com o sexo do paciente:

Risco Aumentado Risco Muito Aumentado
Homem  94 cm 102 cm
Mulher  80 cm 88 cm

A gordura corporal pode ser estimada também a partir da medida de pregas cutâneas, principalmente ao nível do cotovelo, ou a partir de equipamentos como a Bioimpedância, a Tomografia Computadorizada, o Ultrassom e a Ressonância Magnética. Essas técnicas são úteis apenas em alguns casos, nos quais se pretende determinar com mais detalhe a constituição corporal.

Na criança e no adolescente, os critérios diagnósticos dependem da comparação do peso do paciente com curvas padronizadas, em que estão expressos os valores normais de peso e altura para a idade exata do paciente.

De acordo com suas causas, a obesidade pode ainda ser classificada conforme a tabela a seguir.

” QUANDO SE PERCEBE ISSO NA ESCOLA O EDUCADOR DEVE ESCLARECER SOBRE OS DISTÚRBIOS, INCENTIVAR O ALUNO A BUSCAR AJUDA E DAR SUPORTE NECESSÁRIO”

Vídeo-aula 11 : Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

http://www.google.com.br/

DEFINIÇÃO: COMPORTAMENTAL E NEUROLÓGICO, GENÉTICA, DESATENÇÃO, IMPULSIVIDADE, E HIPERATIVIDADE.

TIPOS: O DESATENTO – GERALMENTE FEMININO.

HIPERATIVO: IMPULSIVO – GERALMENTE MASCULINO – SÃO AGRESSIVOS, IMPOPULARIDADE, AGITADOS  E SOFREM REJEIÇÃO.

COMBINADO: TODOS OS TIPOS.

PREVALÊNCIA: DE 5% A 13 % NA IDADE ESCOLAR PARA OS MENINOS.

DE 10% A 25% NA IDADE ESCOLAR PARA AS MENINAS.

QUADRO CLÍNICO: AVALIAÇÃO COM OS PAIS, DE ACORDO COM O COMPORTAMENTO E O RENDIMENTO ESCOLAR. ESPECIFICADA PELOS CIDS: DSM – IV OU CID 10.

TRATAMENTO: MEDICAÇÃO – PSICOCOLÓGOS – ENVOLVIMENTO FAMILIAR E DA ESCOLA.

**** MINHA VIVÊNCIA****

TENHO UM ALUNO TDHA, QUE NOS PERÍODOS EM QUE NÃO ESTÁ MEDICADO, NÃO CONSEGUE APRENDER, NÃO SE CONCENTRA E O COMPORTAMENTO É DIFÍCIL.

Vídeo-aula 12: Retardo mental e Autismo

PROFESSORA PAULA FERNANDES

INFORMAÇÕES RETIRADAS DO SITE: http://www.psicosite.com.br

RETARDO MENTAL

DEFINIÇÃO: HABILIDADE ABAIXO DA MÉDIA, IDENTIFICANDO – A ANTES DOS 18 ANOS, DIFICULDADE NA VIDA SOCIAL. O PRINCIPAL É SUA INTERAÇÃO NA VIDA SOCIAL E APRENDER SEUS CUIDADOS PESSOAIS.

RETARDO MENTAL, LEVE, MODERADO E GRAVE.Epidemiologia
Os principais estudos sobre a incidência do retardo mental na população em geral apontam os seguintes resultados conforme os critérios que usaram para definir retardo mental: 
1. O clássico estudo realizado pelo expressivo Rutter na ilha de Wright detectou uma taxa de 2.5%
2. Estudos mais abrangentes encontraram uma taxa de 3%
3. Estudos mais restritivos encontraram 1%
Essas diferenças mostram como grandes variações de resultados são obtidas quando os critérios da pesquisa são diferentes. Embora não haja um consenso é indispensável se ter essa estimativa populacional uma vez que o significado social e econômico desta doença é indiscutível, sem falar no sofrimento familiar, o aspecto mais importante.

Causas
Tanto doenças como acidentes podem causar retardo. O retardo é uma doença cuja origem é muito variada apesar da manifestação semelhante. Apenas 1/4 dos casos é de origem conhecida. Destes várias são as causas: alterações (erros) genéticas, doenças da mãe durante a gestação, acidentes causando traumatismos cranianos ou impedindo a circulação sanguínea pelo cérebro por um intervalo de tempo razoável, intoxicações, meningite, etc
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Tratamento
Retardo mental não tem tratamento. O que se deve fazer é preparar esta pessoa, segundo métodos especiais, para viver o mais próximo possível da realidade de nossa sociedade, prepará-la para se adaptar ao nosso mundo ao modo dela.

AUTISMO

O que é?
É uma alteração cerebral que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente. Algumas crianças apesar de autistas apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes retardos no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes outros presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento.

MODERADO: DIFICULDADE DE COMPREENSÃO,CUIDADOS PESSOAIS LIMITADOS E NECESSITA DE AUXÍLIO TODA A VIDA.

GRAVE: MAIORES PREJUÍZOS – NECESSITA DE AUXILIO, A EDUCAÇÃO NÃO RELEVANTE E SIM A SOCIALIZAÇÃO.

Características comuns

  • Não estabelece contado com os olhos
  • Parece surdo
  • Pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno.
  • Age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros
  • Ataca e fere outras pessoas mesmo que não exista motivos para isso
  • É inacessível perante as tentativas de comunicação das outras pessoas.
  • Ao invés de explorar o ambiente e as novidades restringe-se e fixa-se em poucas coisas.
  • Apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se
  • Cheira ou lambe os brinquedos
  • Mostra-se insensível aos ferimentos podendo inclusive ferir-se intencionalmente

Manifestações sociais
Muitas vezes o início é normal, quando bebê estabelece contato visual, agarra um dedo, olha na direção de onde vem uma voz e até sorri. Contudo, outras crianças apresentam desde o início as manifestações do autismo. A mais simples troca de afeto é muito difícil, como, por exemplo, o próprio olhar nos olhos que é uma das primeiras formas de estabelecimento de contato afetivo. Toda manifestação de afeto é ignorada, os abraços são simplesmente permitidos mas não correspondidos. Não há manifestações de desagrado quando os pais saem ou alegria quando volta para casa. As crianças com autismo levam mais tempo para aprenderem o que os outros sentem ou pensam, como, por exemplo, saber que a outra pessoa está satisfeita porque deu um sorriso ou pela sua expressão ou gesticulação.
Além da dificuldade de interação social, comportamentos agressivos são comuns especialmente quando estão em ambientes estranhos ou quando se sentem frustradas.

Diagnóstico
Os pais são os primeiros a notar algo diferente nas crianças com autismo. O bebê desde o nascimento pode mostrar-se indiferente a estimulação por pessoas ou brinquedos, focando sua atenção prolongadamente por determinados itens. Por outro lado certas crianças começam com um desenvolvimento normal nos primeiros meses para repentinamente transformar o comportamento em isolado. Contudo, podem se passar anos antes que a família perceba que há algo errado. Nessas ocasiões os parentes e amigos muitas vezes reforçam a idéia de que não há nada errado, dizendo que cada criança tem seu próprio jeito. Infelizmente isso atrasa o início de uma educação especial, pois quanto antes se inicia o tratamento, melhor é o resultado.
Não há testes laboratoriais ou de imagem que possam diagnosticar o autismo. Assim o diagnóstico deve feito clinicamente, pela entrevista e histórico do paciente, sempre sendo diferenciado de surdez, problemas neurológicos e retardo mental. Uma vez feito o diagnóstico a criança deve ser encaminhada para um profissional especializado em autismo, este se encarregará de confirmar ou negar o diagnóstico. Apesar do diagnóstico do autismo não poder ser confirmado por exames as doenças que se assemelham ao autismo podem. Assim vários testes e exames podem ser realizados com a finalidade de descartar os outros diagnósticos.
Dentre vários critérios de diagnóstico três não podem faltar: poucas ou limitadas manifestações sociais, habilidades de comunicação não desenvolvidas, comportamentos, interesses e atividades repetitivos. Esses sintomas devem aparecer antes dos três anos de idade.

Tratamento
Foge ao objetivo desde site entrar em maiores detalhes a respeito do autismo em geral e sobre o tratamento especificamente. Há fontes mais completas e mais detalhadas na Web: aqui nos restringimos a uma abordagem superficial.
Contudo, vale a pena fazer algumas citações. Não há medicações que tratem o autismo, mas muitas vezes elas são usadas para combater efeitos específicos como agressividade ou os comportamentos repetitivos por exemplo. Até bem pouco tempo usava-se o neuroléptico para combater a impulsividade e agitação, mais recentemente antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem apresentando bons resultados, proporcionando maior tranquilidade aos pacientes. As medicações testadas e com bons resultados foram a fluoxetina, a fluvoxamina, a sertralina e a clomipramina. Dentre os neurolépticos a clorpromazina, o haloperidol e a tioridazina também podem ser usadas dentre outras.Para o autismo não há propriamente um tratamento, o que há é um treinamento para o desenvolvimento de uma vida tão independente quanto possível. Basicamente a técnica mais usada é a comportamental, além dela, programas de orientação aos pais. Quanto aos procedimentos são igualmente indispensáveis, pois os pais são os primeiros professores. Uma das principais tarefas dos pais é a escolha de um local para o treinamento do filho com autismo. Apresentamos aqui algumas dicas para que a escolha seja a mais acertada possível:

  • Os locais a serem selecionados apresentam sucesso nos treinamentos que realiza?
  • Os profissionais dos locais são especialmente treinados com esse fim?
  • Como são planejadas e organizadas as atividades?
  • As atividades são previamente planejadas e rotineiras?
  • Como o progresso é medido?
  • Como cada criança é observada e registrada quanto a evolução?
  • O ambiente é planejado para minimizar as distrações?
  • O programa irá preparar os pais para continuar o treinamento em casa?

    ***MINHA VIVÊNCIA***

    JÁ LECIONEI NA APAE, APRENDI MUITO, CONHECI ANOMALIAS QUE NUNCA IMAGINEI QUE EXISTISSE. PORÉM, NÃO SE DEVE, FICAR PRESO A LAUDOS, MUITAS CRIANÇAS, ME SURPREENDERAM.  

VÍDEO AULA – 15 – Sexualidade na escola

PROFESSORA MARICI BRÁS

ADOLESCENTE: ENTRE A INFÂNCIA E A FASE ADULTA.

PUBERDADE: FASE DE TRANSFORMAÇÕES: ÓRGÃOS GENITAIS,MUDANÇA CORPORAL E CARDÍACO.

NESTA FASE APARECEM A PRÁTICAS SEXUAIS: O FICAR, O NAMORO E A MASTURBAÇÃO. EM QUE A FASE DO NAMORO SIGNIFICA EM PARTES, UMA RESPONSABILIDADE.

ATUALMENTE A INICIAÇÃO SEXUAL PARA OS MENINOS ESTÁ NA FAIXA ETÁRIA DE 14 ANOS, E DE 15 ANOS PARA AS MENINAS.

EM SALA DE AULA, COM OS ALUNOS DE 3°ANO( 8 E 9 ANOS) VEJO QUE ESSES DADOS NÃO ESTÃO EM PRÁTICA.

DEPENDE DE CADA FAMÍLIA; SITUAÇÃO ECONÔMICA E BASE FAMILIAR E MATURIDADE DA CRIANÇA.

EM FAMÍLIAS MAIS ESTRUTURADAS, MESMO SENDO PAIS JOVENS, MUITAS CRIANÇAS, AINDA NÃO, FALAM EM NAMORO, VEJO ESSA DIFERENÇA NA MATURIDADE.

PERCEBO TAMBÉM, QUE, JÁ NAS FAMÍLIAS EM QUE AS CRIANÇAS NÃO TEM A COMPANHIA DO PAI OU DA MÃE DIARIAMENTE A TENDÊNCIA É QUE OS JOVENS COMECEM A VIDA SEXUAL MAIS CEDO.

OUTRO FATOR RELEVANTE, É A MÍDIA. VIVENCIO EM MEU DIA-A-DIA, PAIS QUE COBRAM O COMPORTAMENTO DOS FILHOS NA ESCOLA, MAS SE ESQUECEM DOS PROGRAMAS QUE ASSISTEM EM CASA OU DA ROTINA DA CRIANÇA: HORA DE DORMIR, ACORDORDAR, ALMOÇAR, ESTUDAR, LAZER.

A MAIORIA DAS CRIANÇAS DE MINHA CLASSE, JÁ NÃO POSSUEM A INOCÊNCIA. COMENTAM SOBRE CENAS DE PROGRAMAS COMO: BIG BROTHER BRASIL, A FAZENDA E NOVELAS DE DIFERENTES CANAIS( INCLUSIVE NOS ÚLTIMOS MESES, VEM SENDO APRESENTADO CENAS QUE , PARA A SOCIEDADE JÁ É DE VIVÊNCIA DE MUITOS, COMO O HOMOSESSUALISMO.

A FAMÍLIA COBRA DA ESCOLA, TANTO O COMPORTAMENTO QUANTO A INTERVENÇÃO, MAS ELA PRÓPRIA, CONTRIBUI PARA QUE A CRIANÇA TENHA UM COMPORTAMENTO INADEQUADO A IDADE.

POR EXEMPLO: PAIS ENTRANDO NO PÁTIO DA ESCOLA SEM CAMISA E COM LATA DE CERVEJA NA MÃO, MAIS QUE SE APRESENTAM COM VESTIMENTAS INADEQUADAS(MICRO-SAIAS,DECOTES,TOPS).

POSTERIORMENTE, AS FILHAS SE VESTEM DA MESMA MANEIRA, DESOBEDECENDO A ORDEM DA DIREÇÃO, QUE AO MESMO TEMPO, TEM TIDO PROBLEMAS COM MENINOS QUE VERBALMENTE SE REFEREM AS COLEGAS DE CLASSE DE ACORDO COM O CORPO QUE OBSERVAM, ASSIM, PREMATURAMENTE CONTRIBUINDO PARA UMA INICIAÇÃO SEXUAL PREMATURA.

OUTRAS CRIANÇAS, JÁ ESTÃO, ACOSTUMADAS A VIVENCIAR EM SEU DIA A DIA, A PRÓPRIA ESTRUTURA FAMILIAR; NÃO ENTENDEM QUE TIO, SIGNIFICA IRMÃO DE SUA MÃE, MAS SIM , AQUELE HOMEM QUE VIVE COMO SE FOSSE MARIDO, DENTRE ALGUNS DIAS, JÁ NÃO É “AQUELE TIO QUE ESTÁ MAIS ALI, E SIM, UMA OUTRA PESSOA QUE RECEBE O MESMO GRAU DE PARENTESCO, ESQUECENDO – SE QUE O MARIDO DA MÃE QUE NÃO É SEU PAI, SIGNICA SER SEU PADASTRO E NÃO UM “TIO”.

VÍDEO AULA – 16 – SEXUALIDADE E PREVENÇÃO

DE ACORDO COM CADA CLIENTELA, SÃO OS PROJETOS A SEREM TRABALHADOS, POR EXEMPLO, EM UM BAIRRO QUE HÁ ALTOS ÍNDICES DE ADOLESCENTES GRÁVIDAS, O CORRETO SERIA A ESCOLA JUNTO COM OS ÓRGÃOS MUNICIPAIS DO BAIRRO, PROVIDENCIAR PALESTRAS E UTILIZAR DIFERENTES ESTRATÉGIAS PARA ATENDER A COMUNIDADE.

VIVENCIO ISSO DE FORMA QUE, TRABALHO EM MUNICÍPIOS DIFERENTES.

A NECESSIDADE DE CADA MUNICÍPIO É DIFERENTE, O MESMO PARA OS ÍNDICES DE GRAVIDEZ PRECOCE. NÃO VARIANDO APENAS DE MUNICÍPIO PARA MUNICÍPIO E SIM DE BAIRRO PARA BAIRRO.

PORÉM, DESDE 1980, COM O APARECIMENTO DA AIDS E ALTOS ÍNDICES DE DSTs. NA MINHA OPINIÃO, NÃO EXISTEM JOVENS QUE NÃO TENHAM OUVIDO FALAR SOBRE PREVENÇÃO, PORÉM, A DISCRENÇA DE QUE, COM “ELE” NÃO ACONTECERÁ, PROVOCA A NEGAÇÃO DE USO DE PRESERVATIVOS E ALGUM TIPO DE CONTRACEPTIVO, POI, OS LIVROS DIDÁTICOS, ESTÃO BEM EXPLICATIVOS, TANTO NA PARTE TEXTUAL COMO NA PARTE ILUSTRATIVA.

HOJE, É INVIÁVEL DIZER PARA UM CRIANÇA, QUE ELA CHEGOU NA FAMÍLIA EM UMA CEGONHA.

O IMPORTANTE, NÃO É EMITIR RESPOSTAS QUANDO VOCÊ É INDAGADO POR UMA CRIANÇA, “INVENTANDO” RESPOSTAS, E SIM, DAR UMA RESPOSTA DE ACORDO COM A IDADE, MAS, QUE DÊ UMA RESPOSTA, A PONTO DE SATISFAZÊ – LA, POIS, APENAS, RESPEITANDO SEU INTERESSE EM RESPONDER, AAPREVENÇÃO PODE SER INICIALIZADA MAIS CEDO.

E ISSO, HOJE , A MAIORIA DAS FAMÍLIAS, PENSAM O TEMA SEXUALIDADE É TOTALMENTE DE RESPONSABILIDADE DA ESCOLA.

VÍDEO AULA – 19 – VIOLÊNCIA NA ESCOLA

DE ACORDO COM A VIDEO-AULA, A VIOLÊNCIA NA ESCOLA DECORRE DE :

ABUSO DE SUSTÂNCIAS;

PROBLEMAS DE INTERNALIZAÇÃO;

PROBLEMAS DE EXTERNALIZAÇÃO.

DISTÚRBIOS DE CONDUTA – É ANTISOCIAL, REPETITIVO E PERSISTENTE. INCLUI DESOBEDIÊNCIA, BIRRAS, BRIGAS, DESTRUTIBILIDADE, MENTIRA E ROUBO( O ÍNDICE APRESENTA – SE EM 7% NOS MENINOS E 3% PARA AS MENINAS).

AGRESSÃO FÍSICA NA INFÂNCIAA AGRESSÃO AO MENOR É UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA.

ESTE TIPO DE AGRESSÃO É COMETIDA NA MAIORIA DAS VEZES, PELOS PRÓPRIOS FAMILIARES, ALCOÓLATRAS, USUÁRIOS DE DROGAS OU PARA CRIANÇAS DE GRAVIDEZ INDESEJADA E DESPREPARO DOS PAIS.

NO MEU DIA A DIA, JÁ PRESENCIEI VIOLÊNCIA FÍSICA, VERBAL E UM SUPOSTO ABUSO SEXUAL, ONDE PROCUREI COMO PROFESSORA CUMPRIR COM MEU PAPEL, PEDINDO AJUDA, FAZENDO DENÚNCIA DE ACORDO COM A LEI. PORÉM,NESTA DENÚNCIA, PERCEBI QUE EM GERAL, A FAMÍLIA COLOCA IMPECÍLIOS DE ACORDO COM A SITUAÇÃO SÓCIO – ECONÔMICA. É DIFICIL DEA CREDITAR, DE ACEITAR O OCORRIDO, DE ACEITAR AJUDA, EM FIM, UM ASSUNTO AMPLO E QUE DEVE – SE SER, COMENTADO E TRATADO COM CAUTELA.

A VIOLÊNCIA É DENOMINADA A LONGO PRAZO, QUANDO DE ÂMBITO FAMILIAR E DE CURTO PRAZO , QUANDO EMVOLVE, ÁLCOOL, DROGAS, MORAR EM LUGARES POBRES, BAIXA INTELIGÊNCIA, EVASÃO ESCOLAR E TEMPERAMENTO IMPULSIVO.

VÍDEO AULA – 20 – BULLING

DEFINIÇÃO: ATOS DE AGRESSÃO; FÍSICA;MORAL E VERBAL.

PELAS ESTATÍSTICAS APRESENTADAS NA VÍDEO AULA, 50% DOS ALUNOS JÁ SOFRERAM BULLING DENTRO E FORA DAS SALAS DE AULA.

OS AGRESSORES, SÃO INDIVÍDUOS DE COMPORTAMENTOS HOSTIS, QUE ACREDITAM NA IMPUNIDADE DE SEUS ATOS E ACHAM QUE SÃO OS MELHORES E JÁ FORAM VÍTIMAS DE BULLING.

AS VÍTIMAS, SÃO PESSOAS TÍMIDAS, QUE DEMONSTRAM POUCAS HABILIDADES,SÃO FRÁGEIS, PEQUENOS, FRACOS, ALUNOS NOVOS, DE RAÇA DIFERENTE OU POR SUA APARENCIA FÍSICA.

AS TESTEMUNHAS – NA VERDADE, NÃO SÃO TESTEMUNHAS E SIM, TAMBEM PRATICAM O BULLING INDIRETAMENTE, POIS, MUITOS DELES, NÃO FALAM, MAS, PARTICIPAM COM RISADAS.

E COMO TUDO QUE MOVE A HUMANIDADE, ESTA ENVOLTA DA TECNOLOGA, UMA “NOVA MODALIDADE DE BULLING” É O “CYBERBULLING”, OCORRIDO NAS REDES SOCIAS.

CONSEQUÊNCIAS PARA AS VÍTIMAS:

QUEDA NO DESENVOLVIMENTO ESCOLAR;

RESISTÊNCIA DE IR A ESCOLA;

ABANDONO ESCOLAR;;

DEPRESSÃO;

FOBIA ESCOLAR

COMO LIDAR: IDENTIFICAR , ORIENTAR, SABER LIDAR COM AS ESTRATÉGIAS DO BULLING.

A ORIENTAÇÃO A RESPEITO PODE SER COM PROJETOS, DESDE A PRÉ ESCOLA. “ATUALMENTE MUITOS LIVROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL, APRESENTAM PERSONAGENS PORTADORES DE DEFICÊNCIA, ABRINDO UM LEQUE, PARA A FORMAÇÃO ÉTICA”.

*****MINHA VIVÊNCIA*****

PUDE PERCEBER QUE ISSO OCORRE DESDE OS PEQUENOS. EM UMA DE MINHAS SALAS QUE LECIONO, FUI OBRIGADA A FAZER UMA REUNIÃO COM ALGUNS RESPONSÁVEIS, POIS, PERCEBI QUE ESTAVA ACONTECENDO  UM CASO DE BULLING .

Vídeo-aula 23 : Uso de substâncias psicoativas

DE ACORDO COM A VÍDEO-AULA APRESENTADA, AS DROGAS SÃO DE TENDÊNCIA NATURAL( MEDICAMENTOS, ÁLCOOL E TABACO). SEPARADAS EM DUAS VERTENTES; AS DROGAS ILÍCITAS E AS LÍCITAS.

* DROGAS LÍCITAS: TABACO, ÁLCOOL E MEDICAMENTOS;

* DROGAS ILÍCITAS: MACONHA, HEROÍNA….

HOJE EM DIA PARA OS ADOLESCENTES, A DROGA É UMA FELICIDADE QUÍMICA. E O USO ESTÁ PRECOCE.

O PRIMEIRO FATOR DE USO DE DROGAS, É A CURIOSIDADE, EM SEGUIDA DEPRESSÃO, ANSIEDADE E FOBIA.

O SEGUNDO FATOR PARA O USO DE DROGAS, SÃO OS PAIS, PELO CONSUMISMO COMO UM TODO, APRESENTANDO UMA FORMA ARTIFICIAL DE FELICIDADE.

O MAIS IMPORTANTE É A FORMA DE PREVENÇÃO, A CONSCIENTIZAÇÃO PARA O MAL CAUSADO PELAS DROGAS.

***MINHA VIVÊNCIA***

 

INFELIZMENTE, JÁ TIVE UM ALUNO NA PRÉ ESCOLA QUE HOJE, VIVE NO MUNDO DAS DROGAS. ME SENTI COMO NÃO TIVESSE FEITO MEU TRABALHO DIREITO. PENSEI…” ONDE QUE EU ERREI?”…..PROCURO SEMPRE PASSAR DE UMA FORMA LÚDICA O MAL CAUSADO PELAS DROGAS LÍCITAS E ILÍCITAS. UMA FORMA MUITO INTERESSANTE, FOI FAZER A EXPERIÊNCIA COM : ÁLCOOL, OVO E VINAGRE. COLOQUEI UM POUCO DE ÁLCOOL E UM RECIPIENTE TRANSPARENTE, EM SEGUIDA, JOGUEI UM OVO CRU, ASSIM QUE INSTANTANEAMENTE O OVO FOI COZINHANDO SOZINHO, FUI DIZENDO QUE ERA O MESMO QUE O ÁLCOOL FAZIA COM OS ÓRGÃOS COMO O FÍGADO. LOGO DEPOIS, COLOQUEI O OVO INTEIRO DENTRO DE UM RECIPIENTE CHEIO DE VINAGRE, EXPLIQUEI DE DEPOIS DE 24 HRS, TIRARÍAMOS O OVO DO VINAGRE, EXPLICANDO QUE É O MESMO QUE O ÁLCOOL FAZ COM OS OSSOS….A CURIOSIDADE FOI GRANDE. NO DIA SEGUINTE TODOS VIERAM À AULA PARA SABER O QUE TERIA ACONTECIDO COM O OVO….A HORA QUE VIRAM QUE A CASCA DO OVO TINHA VIRADO GELATINA, OUVI COMENTÁRIOS DE ALUNOS QUE NÃO IRIAM COMER NEM VINAGRE NA SALADA.

Vídeo-aula 24: Mídia e comportamento

A MÍDIA, É M RECURSO QUE: É UTILIZADO PARA A SOCIALIZAÇÃO; FORNECE ESTÍMULOS E QUE INFLUENCIAM AS CRIANÇAS, FANTASIANDO E MOSTRANDO UMA FALSA REALIDADE.

O IMPACTO NEGATIVO DA MÍDIA

A MÍDIA TEM O SEU LADO NEGATIVO, CAUSANDO: TRANSTORNO ALIMENTARES, VIOLÊNCIA E INCENTIVANDO A VIDA SEXUAL PRECOCEMENTE.

HOJE EM DIA, OS PAIS NÃO PERCEBEM , MAS SEUS FILHOS, FICAM HORAS EM FRENTE DE UM COMPUTADOR OU EM FRENTE DE UMA TELEVISÃO, MAIS TEMPO DO QUE DEDICADO A ESTUDOS OU A DEDICADOS A SAÚDE E AO BEM ESTAR.

OS DESENHOS APRESENTADOS PARA OS PEQUENOS, EM TODOS ELES, É MOSTRADO VIOLÊNCIA.AS CRIANÇAS FICAM EM MÉDIA 6:30 HRS, EM FRENTE AO COMPUTADOR, DORMEM APROXIMADAMENTE 8 HORAS DE SONO, 5 HORAS NA ESCOLA, JÁ TOTALIZANDO 19:30 HORAS. SOBRANDO 4:30 HORAS PARA SAÚDE E ESTUDOS.

Vídeo-aula 27 : Stress e ansiedade na infância e na adolescência

1 – BOMBARDEIO DE INFORMAÇÕES – ORIENTAR A NÃO SEREM STRESSADOS;

2 – STRESS E ANSIEDADE – CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS E BIOLÓGICAS EM PERIGO;

* STRESS INFANTIL – CAUSADA POR FATORES INTERNOS: ASMA, BRONQUITE,ÚLCERA, DORES DE BARRIGA E OBESIDADE.

3 – PAPEL DO PROFESSOR – CONHECER OS ALUNOS, SABER O QUE ESTÁ ACONTECENDO.

Vídeo-aula 28: Depressão na infância e adolescência

GERALMENTE , MUITOS CONFUNDEM DEPRESSÃO INFANTIL, COMO UMA FASE EM QUE A CRIANÇA OU O ADOLESCENTE APRESENTA – SE COMO MIMADO OU PREGUIÇOSO.

ESSA DOENÇA, A PRIMEIRO MOMENTO, É DIFÍCIL PARA A PRÓPRIA PESSOA, POIS ELA MESMA AS VEZES NÃO ACEITA QUE ESTA DOENTE E PRECISA DE AJUDA.

OLHANDO NA ÁREA EDUCACIONAL, A DEPRESSÃO, ATRAPALHA NA APRENDIZAGEM E  A CRIANÇA FICA ISOLADA, SENDO ROTULADA.

O PROFESSOR DEVE OBSERVAR O COMPORTAMENTO DE SEUS ALUNOS, COMO SE RELACIONA COM SEUS COLEGAS E AJUDA – LO.

SABER OUVIR, DIALOGAR, CONHECER SEU ALUNO E O QUE PASSA EM SEU COTIDIANO É UM PASSO MUITO IMPORTANTE.

NO SITE http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/depinfantil.html FALAM COM MUITA PROPRIEDADE SOBRE A DEPRESSÃO INFANTIL E APRESENTA ALGUNS SINTOMAS QUE SEVEM SER OBSERVADOS:

SINAIS E SINTOMAS SUGESTIVOS DE DEPRESSÃO INFANTIL
1- Mudanças de humor significativa
2- Diminuição da atividade e do interesse
3- Queda no rendimento escolar, perda da atenção
4- Distúrbios do sono
5- Aparecimento de condutas agressivas
6- Auto-depreciação
7- Perda de energia física e mental
8- Queixas somáticas
9- Fobia escolar
10- Perda ou aumento de peso
11- Cansaço matinal
12- Aumento da sensibilidade (irritação ou choro fácil)
13- Negativismo e Pessimismo
14- Sentimento de rejeição
15- Idéias mórbidas sobre a vida
16- Enurese e encoprese (urina ou defeca na cama)
17- Condutas anti-sociais e destrutivas
18- Ansiedade e hipocondria

MINHA VIVÊNCIA:

O ALUNO COM ALGUM SINTOMA DEPRESSIVO, DEVE SER ENCAMINHADO PARA OS PROFISSIONAIS DA ÁREA. NESTE ANO, PUDE CONVIVER COM UM ALUNO QUE NECESSITAVA DE AJUDA.

AS PESSOAS DEVEM SER COMPREENSIVAS COM OS QUE APRESENTAM A DEPRESSÃO. NINGUÉM ESCOLHE ESTAR DEPRESSIVO, NINGUÉM ACEITA ESTAR DEPRESSIVO, A DIÁLOGO E A COMPREENSÃO É O INÍCIO DE UM TRATAMENTO EFICAZ ALÉM DE PSICÓLOGO E ACOMPANHAMENTO, QUANDO NECESSÁRIO DE MEDICAÇÃO.

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